TST LANÇA SERVIÇOS PARA CELULAR

O Tribunal Superior do Trabalho oferece mais uma facilidade tecnológica: os usuários de dispositivos móveis podem acessar os serviços “Notícias”, “Acompanhamento Processual”, “Jurisprudência” e “Pedido de Preferência”. A novidade é que esses serviços – os mais procurados no site do Tribunal – receberam formatação própria para a essa tecnologia, com o objetivo de facilitar a navegação por meio de aparelhos móveis – celulares com acesso à internet, “tablets” como o Ipad, Galaxy e outros. O acesso é feito pelo endereço convencional na internet: www.tst.jus.br.

Outra aspecto importante, no qual o TST é pioneiro, é o caráter interativo de um desses serviços – o “Pedido de Preferência”. Sem precisar ir ao Tribunal, é possível ao advogado solicitar “on line” que seus processos integrem a lista de prioridade nas sessões de julgamento, com pedido de sustentação oral, quando couber.

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LUIZ FUX É MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Indicado pela presidente Dilma Rousseff para integrar o Supremo Tribunal Federal, o ministro Luiz Fux, do Superior Tribunal de Justiça, já pode trocar de casa. Depois de quatro horas de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, seu nome foi aprovado por unanimidade pela comissão e por maioria pelo Plenário. Foram 68 votos a favor e apenas dois contra.

Fux ocupará a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Eros Grau, formalizada em agosto do ano passado. O STF passou seis meses sem sua formação completa, aguardando a escolha da Presidência da República. A espera terminou na abertura do ano judiciário, no dia 1º de fevereiro, quando a presidente indicou o ministro.

Na CCJ, não houve sequer abstenção. Os 23 senadores compareceram e votaram a favor do ministro. A sabatina foi presidida pelo senador Eunício Oliveira (PMDB-CE). O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) foi o relator. Todos os parlamentares, ao dirigirem suas perguntas ao ministro, o elogiaram. Fux chegou a ser aplaudido de pé ao terminar seu discurso inicial. Os senadores ressaltaram o currículo e os valores pessoais do novo integrante da Corte Suprema.

Ao saber da aprovação, o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, jé deu boas vindas ao novo colega. Assim como fez por sua indicação, Fux trabalhou para chegar ao resultado. Segundo os próprios senadores, visitou todos os partidos.

Os assuntos mais polêmicos questionados foram a judicialização das políticas públicas, o alcance da Lei da Ficha Limpa, a extradição do ex-militante italiano de esquerda Cesare Battisti e o exercício da vaga de suplente no Legislativo. Porém, quando questionado sobre sua opinião em relação a casos ainda não resolvidos no Supremo, o ministro evitou responder. A justificativa foi que adiantar posições poderia provocar impedimentos futuros.

Fux foi questionado em relação à sua opinião sobre órgãos de controle como o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público. Ele respondeu que como há liminares em tramitação no STF que versam sobre o limite de atuação dos órgãos, se limitaria a falar que a criação dos órgãos contam com o apoio da sociedade e que eles têm a função de fazer um controle do exercício dos juízes e integrantes do Ministério Público para coibir abusos de poder.

Ele foi indagado também sobre a Lei de Improbidade Administrativa e a questão da moralidade do agente público. Para responder, Fux citou uma decisão do Supremo, na qual ficou definido que para responder uma ação é preciso que seja comprovado o dolo do agente, ou seja, se houve a intenção de desviar e se beneficiar da verba pública. O mesmo se aplica a casos de descumprimento da Lei de Licitações, segundo ele.

Fux chega ao STF depois de presidir a Comissão de Reforma do Código de Processo Civil do Senado. Deste posto, aproveitou para incorporar ao texto do projeto que hoje tramita no Congresso diversas práticas corriqueiras que o STJ adota hoje com base em sua jurisprudência. Um exemplo: se há falhas processuais que impeçam a admissibilidade de um recurso cuja matéria tem relevância social, permite-se a flexibilização das regras para admitir o recurso e julgar o mérito da causa.

Ao defender o projeto do novo Código, o ministro falou que os tribunais superiores têm a função de uniformizar a jurisprudência, “que é sinônimo de segurança jurídica”. Para ele, nenhuma jurisprudência pode mudar abruptamente. Ele elogiou a forma como o novo CPC foi elaborado, através de audiências públicas com a participação de diversas pessoas e segmentos da área jurídica.

O ministro falou também da figura do amicus curiae na Justiça. Para ele, o instrumento é fundamental para que os juízes julguem os processos sem se afastar da realidade, e ajuda a “vencer o mito de que um juiz tem um conhecimento enciclopédico”.

Sobre a judicialização das políticas públicas, Fux disse que também não poderia se manifestar porque o tema é questionado no STF. Mas adiantou que suas decisões sobre o assunto serão guiadas por dois princípios básicos: garantir o mínimo existencial em contraponto com a reserva do possível. O novo ministro do Supremo respondeu ainda a uma pergunta sobre ações afirmativas. “Não basta afirmar que todos são iguais. Elas [ações afirmativas] evitam a institucionalização das desigualdades sociais”, ressaltou.

Em diversos pontos da sabatina, Luiz Fux revelou o que quem conhece seu trabalho no STJ já sabia: é um juiz progressista. “Os homossexuais têm todos os deveres, então devem ter todos os direitos”, disse. O ministro ainda ressaltou que qualquer flexibilização da Lei Maria da Penha representaria um retrocesso ao país.

Currículo elogiado
O carioca Luiz Fux, de 57 anos, é juiz de carreira. Exerceu advocacia por dois anos e foi promotor por outros três. Em 1983, passou em primeiro lugar em concurso público para a magistratura. Em 1997, foi promovido para desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e, quatro anos depois, nomeado ministro do STJ pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.

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32 IDEIAS PARA ADMINISTRAR O SEU TEMPO

Se você sente que não tem tempo para fazer metade das coisas que gostaria, saiba que não está sozinho. O filósofo francês Gilles Lipovetsky afirma que as exigências do mundo atual, como agilidade nas decisões e resultados no curto prazo, fizeram desse sentimento quase uma regra no Ocidente. "As pessoas, em número crescente, reclamam de estar sobrecarregadas e de correr contra o tempo. A época hipermoderna é contemporânea da sensação de que o tempo se rarefaz", escreve o autor no livro Os Tempos Hipermodernos (Editora Barcarolla). Mas já que não dá para espichar o dia, que tal pensarmos como aproveitá-lo melhor? Foi com esse propósito que dedicamos horas de apuração, leitura e entrevistas para transformar o relógio num parceiro para você.

Ultimamente, nós, brasileiros, jogamos fora dois terços do dia com atividades inúteis e urgentes. A Tríade do Tempo, de São Paulo, especializada no assunto, fez a descoberta após ouvir 15 324 pessoas entre 2005 e 2007. Por isso, sobra tão pouco espaço na agenda para o que é realmente importante. Como você verá nesta reportagem, separar o que é urgente do importante alivia a pressão do tempo. Veja a seguir 32 ideias que podem ser aplicadas a partir de agora, pois sabemos que o seu tempo é precioso.

CLAREZA DE PRIORIDADES
Para Alexandre Hohagen, de 37 anos, presidente do Google para a América Latina, a divisão racional do tempo é fundamental. A clareza de prioridades e a cultura da empresa permitem que ele tenha uma agenda flexível e fique quatro horas por dia com as três filhas. No trabalho, Alexandre tem apenas três reuniões fixas semanais e sua agenda fica aberta na intranet para quem quiser marcar uma conversa.

Ele divide seu tempo assim:
Casa-trabalho: 30 min
Chega ao escritório: 13h30
Reuniões: 5 horas
E-mails: 5 horas
Horas de sono: 6 horas
Tempo livre: 4 horas

1 Avalie o tempo gasto nas tarefas
Anote o tempo gasto em cada uma de suas atividades principais. As informações serão valiosas para tornar a próxima programação mais precisa e eficaz. "Essa é uma habilidade que diferencia os gerentes mais experientes", escreve a consultora americana Melissa Raff oni.

2 Centralize as informações
"Uma pessoa gasta até 28 minutos do dia procurando dados que não sabe onde anotou", afirma Paulo Kretly, presidente da FranklinCovey Brasil. No fim do mês, isso pode significar um dia inteiro perdido. Hoje, com aparelhinhos modernos cada vez mais versáteis, não há desculpa para você não ter as informações centralizadas.

3 Planeje em apenas 10 minutos
Você não precisa mais do que 10 minutinhos para planejar as tarefas do dia. Ao fazer isso, entrará para o pequeno time de executivos que possuem esse hábito: apenas 17%, segundo pesquisa feita pela FranklinCovey no fim do ano passado.

4 Tenha horários LIVRES
"Minha agenda de trabalho está no sistema. O funcionário que quiser marcar uma reunião pode entrar, ver horários disponíveis e me enviar um convite. De qualquer forma, tenho algumas reuniões fixas, que cumpro religiosamente toda semana. É bom para me exercitar e criar uma cultura entre os subordinados", diz Alexandre Hohagen, do Google.

5 Faça escolhas
"Apesar de trabalhar de 13 a 14 horas por dia, procuro sempre reservar espaço para o que é importante para mim, como as minhas filhas. Deixei de fazer ginástica para ficar mais tempo com elas. Também reservo tempo para dar uma palestra por semana", afirma Alexandre Hohagen, presidente do Google para a América Latina.

6 Participe de teleconferências
Antes de viajar a negócios, verifique se é mesmo necessário estar pessoalmente no encontro ou se uma teleconferência resolveria a questão. Também certifique-se de que você é a pessoa mais indicada para participar da reunião ou se pode enviar outra pessoa.

7 Respeite seu ritmo
"Funciono melhor de manhã, por isso planejo a minha rotina de acordo com o meu ritmo. Chego ao trabalho às 7h30, porque sei que a partir das 16h começo a perder embalo. Até as 17h, já estou voltando para casa. Ficar horas no trabalho não significa que você está produzindo mais", afirma Carlos Ienne, presidente da Fedex no Brasil.

8 Cuidado com o fuso horário
Se você trabalha numa multinacional ou lida com clientes no exterior, tem de levar em conta o fuso horário. Informe-se da diferença de horas entre os países antes de enviar e-mails e agendar teleconferências. Para marcar uma viagem internacional, a antecedência tem de ser equivalente à duração dela.

9 Ajuste o foco antes
Mais de 60% das 1 045 pessoas que responderam a uma pesquisa da consultoria Tríade do Tempo acham que as reuniões de que participam são malconduzidas. O principal problema apontado por elas é a falta de foco. Uma reunião toma rumos indesejados por falta de clareza tanto do chefe quanto da equipe. Para evitar desvios, defina previamente a pauta por escrito e os resultados esperados. Revise cada item no início da reunião. No final, faça um resumo de toda a conversa e delegue as tarefas que forem necessárias.

10 Meia hora é suficiente
Se os resultados desejados estiverem claramente definidos e houver uma lista de assuntos e questões a serem abordados, não há por que uma reunião durar mais do que 30 minutos. Reuniões ou teleconferências precisam ter agenda clara e hora para começar e acabar.

11 Dê o RECADO
Ao escrever um e-mail, seja o mais conciso e direto possível. Segundo o consultor americano Mike Song, que conversou com 8 000 funcionários de grandes corporações em todo o mundo, a maioria das pessoas não lê as mensagens, simplesmente "escaneia", ou seja, dá uma olhada rápida para ver qual é o assunto.

Para facilitar esse tipo de leitura, evite paredões de palavras. Divida o texto e faça ele caber numa única página. Comece pelo objetivo da mensagem e depois contextualize. No assunto, coloque informações que deixem claro o conteúdo do e-mail. "Como uma manchete de jornal", afirma Mike Song.

12 Convoque poucas pessoas
Nada de amontoar 20 pessoas numa sala para ouvir o que você tem a dizer. "Para ser produtiva e permitir a participação de todos, a reunião deve ter de oito a 12 participantes", sugere Paulo Kretly, da FranklinCovey. Se a equipe for maior, uma alternativa é fragmentá-la.

13 Pare de reclamar do trânsito
Antes de comprar um imóvel, procure saber onde está a maior parte das empresas em que gostaria de trabalhar. Ao fazer esse exercício, você vai descobrir que pode morar muito mais perto de onde trabalha. Em cidades como São Paulo, esse fator é a diferença entre gastar 15 minutos ou quatro horas no percurso casa-escritório.

14 Coloque ordem na casa
O brasileiro gasta três horas por dia administrando o correio eletrônico, segundo Christian Barbosa, diretor da Tríade do Tempo. "Esse tempo pode ser reduzido pela metade", diz. Controle a sua curiosidade e estipule horários para se dedicar ao correio eletrônico. Desligar os alertas sonoros e visuais de recebimento pode ajudar. Lembrese que, se houver uma urgência, o telefone vai tocar. Crie um número limitado de pastas e tenha cuidado ao dar nome a elas, para que os assuntos não se confundam.

15 Mande um representante
Em muitas reuniões, dá para você mandar um representante no seu lugar. Assim, você pode se concentrar naquelas que são importantes de verdade. Se você tem muitas reuniões com clientes, repasse a pauta do encontro no dia anterior com um colega de equipe e peça a ele que vá no seu lugar. Em uma próxima ocasião você retribui a gentileza.

16 - Consulte em HORAS determinadas
"Não consulte e-mails logo que chegar ao trabalho nem antes de dormir. O primeiro desvia você das prioridades, o outro apenas causa insônia A mensagem pode esperar até dez horas depois que tiver completado pelo menos uma de suas tarefas críticas do dia", diz o escritor Timothy Ferris.

17 Evite reunião surpresa
Reuniões em cima da hora não devem acontecer, salvo em situações de emergência. "Raramente as reuniões são para 'ontem'", afirma Christian Barbosa, diretor da Tríade do Tempo. Além disso, a chance de o encontro se mostrar improdutivo e roubar um tempo precioso é grande, uma vez que as pessoas não puderam se preparar. Convoque com, no mínimo, um dia de antecedência.

18 Receba menos enviando menos
Quer conter a enxurrada de mensagens na sua caixa de entrada? Comece a enviar menos e-mails e reduza o número de destinatários. Segundo Mike Song, um profissional recebe três respostas para cada cinco mensagens que envia. Ou seja, quem abusa de recursos como "Responder a todos", "Cc" e listas de distribuição sofre as consequências. Antes de enviar, reflita sobre a relevância da mensagem para o destinatário. Se não quiser resposta, deixe isso claro no texto.

19 Mensagem com hierarquia
Ao gerenciar a caixa de entrada, use o bom senso e avalie os e-mails que exigem mais atenção. Para distinguir quais são importantes — clientes, pares, subordinados diretos e chefe —, aplique cores diferentes aos remetentes. Outra ferramenta permite identificar de cara se a mensagem foi enviada só para você ou para várias pessoas. "A alguns e-mails internos nem respondo. Muitas vezes, a própria pessoa se vira e resolve", diz Carlos Ienne, da Fedex.

20 Exercite o desapego
Muitas vezes, para conseguir dar conta do mais importante, é preciso deixar que algumas pequenas coisas ruins aconteçam, como ter de retornar uma ligação mais tarde para se desculpar, pagar uma pequena multa ou mesmo perder um cliente destemperado. Segundo Timothy Ferris, o caminho nem sempre é acumular mais tarefas, mas definir as poucas coisas que realmente podem mudar sua vida e seu negócio.

21 Delegue trabalho e também autoridade
Delegue trabalho e também autoridade Ao delegar, concentre-se nos resultados, e não no processo. Esteja aberto a sugestões, já que as pessoas resolvem os mesmos problemas de formas diferentes. Avise o que você espera, o prazo e delegue também autoridade. Quem tenta fazer algo e descobre que não dispõe de poder suficiente fica frustado e torna-se ineficiente

22 Saiba dizer "Não""
Oito em cada dez pessoas dizem perder tempo com atividades inúteis por não ter dito "não". Por isso, aprenda a fazê-lo quando necessário. Avalie se a demanda é imediata, marque a conversa para mais tarde ou delegue. Seja disponível, mas crie suas proteções. "Quando tiver de se concentrar, desligue telefone, e-mail e MSN", diz Christian Barbosa.

23 Organize-se para ler e aprender
Organize-se para ler e aprender Use o senso crítico para avaliar o que deve ler. Pessoas perdem tempo com informações interessantes, mas não importantes para seu trabalho e desenvolvimento.

Tente reservar um período do dia para leituras, de preferência um horário em que esteja bem acordado, com nível de compreensão alto. Se você dedicar a um livro 30 minutos por dia e conseguir ler 20 páginas, serão 600 páginas no fi m do mês. Mantendo o ritmo por um ano, terá lido 24 livros de 300 páginas.

24 Compre um blackberry... ou não
Para alguns executivos, existem muitos motivos para comprar um desses aparelhinhos que combinam celular e computador de mão — e permitem acessar e-mails de qualquer lugar. Reduzir a superlotação da caixa de mensagens é um deles. Para outros profissionais, um blackberry pode roubar o escasso tempo livre que têm. Esse risco existe, tanto que nos Estados Unidos o produto foi apelidado de "crackberry", por viciar seus usuários.

25 Conte sempre com o imprevisível
Elabore uma agenda realista, o que significa definir compromissos e também deixar espaços para mudanças de última hora. Alguns horários em aberto vão ajudá-lo a dar conta do recado. Já uma agenda rígida, com compromissos consecutivos, dificilmente será cumprida e causará frustração. Lembre-se que pressa e vontade de resolver tudo levam você a subestimar a duração das tarefas.

26 Concentre-se em mais valia
Para lidar com o acúmulo de tarefas e funções, é preciso ser eficaz. "O eficiente faz as coisas de maneira correta, o eficaz faz aquilo que agrega mais valor", afirma o headhunter Ricardo Rocco, da Russell Reynolds. A melhor maneira de fazer isso é escolher e negociar bem quais tarefas você sabe executar e que são estratégicas de verdade para o negócio. Quem faz isso tem foco nos resultados e usa sua capacidade para trazer maior retorno.

27 Seja estratégico
Se você sente que está perdendo tempo no trabalho em atividades menos importantes, e isso acaba com o restinho de horas livres que você teria para um projeto pessoal, planeje-se melhor.

28 Faça o IMPORTANTE
Pesquisa da Tríade mostra que o brasileiro dedica apenas 30% do tempo às tarefas importantes. Reflita: concluir o relatório que o chefe pediu para "ontem" ou ir à reunião no colégio dos filhos? Se souber o que é realmente importante, fica mais fácil decidir.

29 Valorize seu tempo
O que você quer fazer com seu tempo? Essa pergunta é o ponto de partida para quem deseja se planejar melhor. Tenha clareza dos objetivos antes de começar a redistribuir as horas entre projetos profi ssionais e pessoais. Defina suas prioridades e avalie se você está usando seu tempo para persegui-las. A consultora Melissa Raffoni define esse processo como alavancagem de tempo. "Quem pondera de maneira crítica como gastá-lo está alavancando seu tempo."

30 Cuide da saúde
Planejamento e disciplina fazem bem à saúde. Não importa se você é sedentário, está um pouco acima do peso ou é fumante. Se começar a correr cinco dias por semana por cerca de uma hora e meia, em seis meses estará pronto para disputar a São Silvestre. "Correr 30 minutos, três vezes por semana, pode reduzir em 60% o risco de infarto", diz o médico do esporte Paulo Zogayb.

31 Assuma-se como protagonista
Enumere os papéis que você desempenha na vida: pai, filha, marido, executiva, cidadão. Não adianta fazer um planejamento para a vida pessoal e outro para a profissional, afinal, você é um só. Liste as atividades relativas a cada papel e a parcela de tempo que quer dedicar a cada uma delas. Lembre-se que é inevitável priorizar alguns papéis em detrimento de outros em alguns momentos. "Quem muito abraça pouco aperta", diz Paulo Kretly, da FranklinCovey.

32 Desconsidere certos telefonemas
"Não atenda números não reconhecidos. Surpreenda os outros, mas não seja surpreendido. Isso resulta em interrupções indesejadas e em situações precárias de negociação. Deixe a ligação cair no correio de voz e acesse depois. Se for preciso, contrate um serviço de gerenciamento de mensagens", diz Timothy em seu blog.

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QUEM QUER SER ADVOGADO?

Realizamos uma pesquisa para encontrar o perfil do aluno de direito no Centro Universitário Salesiano de São Paulo Unidade de Ensino de Lorena. Ouvimos praticamente 400 alunos, dos 800 alunos matriculados no curso. As questões foram objetivas e as respostas anônimas.

Uma das perguntas foi: qual a carreira jurídica você pretende alcançar após a faculdade?

As respostas previstas objetivamente eram: Advocacia com escritório próprio; Advocacia como funcionário, Advocacia como Procurador Público, Magistratura, Ministério Público, Delegado de Polícia, Cargos administrativos no Poder Judiciário, Docência no Ensino Superior, Outros.

O resultado foi surpreendente, pois 20% dos alunos pretendem exercer a advocacia com escritório próprio, 3% pretende atuar como advogados funcionários e 4% como advogados procuradores. Então, 27% dos entrevistados pretendem ser advogados, um número muito expressivo!

Dos demais, computando as profissões mais escolhidas, 13% pretendem a magistratura, 16% o ministério público e 15% Delegado de Polícia.

Num tempo em que se diz ou se ouve dizer que “advogar é difícil”, os alunos estão empenhados em advogar, o que merece uma comemoração.

Agora, devemos lançar algumas reflexões sobre o mercado da advocacia.

1 - O que temos de atração na referida carreira, sobretudo, na advocacia com escritório próprio?

2 - Será que o que as faculdades de direito ensinam é o suficiente para que esses advogados tenham sucesso na condução de seus escritórios?

Em breves palavras quero provocá-los!

A carreira da advocacia com escritório próprio nos permite ser verdadeiros profissionais liberais e disso deriva uma série de benefícios como, por exemplo, escolher o tipo de serviço que pretende prestar e até mesmo escolher o cliente que pretende atender ou não atender.

A economia brasileira, crescendo, permitirá, nos próximos anos, que espaços se abram para a atuação de advogados do setor privado e público, isso, também é positivo.

O conteúdo ensinado nas faculdades de direito, pelo menos no Brasil, está longe de preparar o aluno para a realidade da advocacia, sobretudo, em escritórios próprios. Isso se deve ao fato de que o advogado, nessas condições, passa a ser um prestador de serviços, um gestor de finanças, de pessoas, de clientes e, nada disso é ensinado aos alunos.

Nem mesmo a Pós Graduação em Direito permite isso, pois preocupada está com a informação prática da técnica jurídica em si e não da gestão ou gerenciamento do escritório.
Pois bem, em rápido pensamento, uma conclusão: no futuro teremos mais advogados, porém o sucesso dos escritórios estará atrelado àqueles que, além de uma boa formação técnica jurídica, estejam empenhados e preparados em gerenciar bem o seu negócio.

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DESCUBRA COMO AS EMPRESAS PODEM ENTRAR NO MUNDO DO IPV6

Essa versão mais atual do principal protocolo da Internet deve resolver o gargalo do IPv4.

Por PC World/EUA
12 de julho de 2010 - 10h36

Uma das peculiaridades da Internet é que ela promete conectividade ilimitada. Mas, para essa promessa virar realidade, há a necessidade de que um computador ou dispositivo conectado na rede encontre os outros por meio de um sistema comum de endereços.

O sistema atual de endereços virtuais, fruto de desenvolvimento dos anos 70, está ficando lotado e há um número reduzido de números à disposição. Para dar conta dessa contingência, entra em ação o esquema de distribuição de endereços IP chamado de IPv6.

O que é o IPv6?
Em 1981, os únicos computadores ligados na Internet eram terminais de instituições de pesquisa militar. Ambientados em um mundo de 8 bits, os endereços IP de 32 bits do IPv4 significavam endereçamento praticamente ilimitado (4 bilhões de endereços) para a estrutura da época.

Ao avançar o filme até os dias de hoje, vários milhões de usuários depois, chega-se próximo ao final da disponibilidade de endereços. Em teoria, quando todos os IPs estiverem ocupados será impossível conectar qualquer dispositivo novo na rede.

Há uma série de artifícios capaz de arrumar a casa e possibilitar a existência da Internet seguindo o endereçamento atual. Determinados provedores podem abrigar redes extensas sob um endereço IP público único, usando o esquema NAT, comum em redes de pequenas empresas e até na casa de quem usa um roteador wireless para dar acesso à rede para mais de um computador.

Apesar de economizar endereços IP, essas manobras influenciam no desempenho da rede. Em alguns países, principalmente nos em desenvolvimento, os provedores estão realizando leilões de endereços IP no “paralelo”.

Endereços IPv4 são compostos por conjuntos de quatro números, como 127.0.0.1. Isso é diferente de uma URL do tipo www.idgnow.com.br, que é traduzido por servidores do serviço de nomes de domínio (Domain Name System, ou DNS). Uma única URL pode apontar para vários endereços IP, assim como várias URLs podem estar direcionadas para um IP único.

Homologado em 1998 pela ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers – Corporação da Internet para designação de nomes e números, em tradução livre do inglês), o IPv6 oferece um endereçamento de 128 bits, o que literalmente expande a base de endereços para o "modesto" volume de 340 multiplicado por 10 elevado a 36.ª potência. isso permite oferecer bilhões de IP para cada pessoa da Terra e vai desafogar o crítico e iminente esgotamento de endereços IP.

Benefícios do IPv6
O protocolo IPv6 abriga alguns itens de segurança. Como a versão 4 do IP foi desenvolvida em uma época de poucos acessos à rede, ela foi desenvolvida para uma rede “ingênua”. Já o IPv6, de caráter mais cínico, realiza diversas verificações antes de sair conectando loucamente qualquer endereço apresentado.

Os ataques chamados de Internet spoofing, por exemplo - aquele em que o sujeito envia uma mensagem jurando que quem envia é outra entidade -, estão com os dias contados.

Baseados em conexões mais robustas e seguras, os roteadores e firewalls da era IPv6 poderão oferecer maior proteção contra ataques anônimos. E a proteção de dados confidenciais será maior do que se pode ter hoje em dia.

Outra característica do IP versão 6 será a segurança de aplicativos essenciais, críticos. Entrada automatizada de pedidos e manutenção de contas de clientes e parceiros por sistemas de gestão de relacionamento estão entre os recursos beneficiados pelo IPv6.

Por oferecer mais controle na maneira em que informações são roteadas entre computadores, o IPv6 dá às empresas pequenas a oportunidade de aumentar sua segurança e equiparar-se aos esquemas brutais anti-invasão instalados em grandes corporações.

Aplicativos críticos, rich media, VPN e VoIP também irão usufruir de maior segurança e robustez. Uma conversa via VoIP, por exemplo, terá maior prioridade que um download ou acesso a qualquer outro arquivo.

Para as pequenas e médias empresas com o mínimo de visão, essa alteração pode trazer vários benefícios, principalmente no que se refere à segurança, disponibilidade e performance de aplicativos. Esperar até o último minuto vai acarretar investimentos de última hora em atualização de equipamentos e transformar o que poderia ser um incremento na funcionalidade dos negócios em um pesadelo da modernidade.

Anunciada há vários anos, a chegada da versão 6 do protocolo IP continua a assombrar a perspectiva dos usuários e programadores da web. A data final de sua implantação ainda está em branco nos calendários do imprevisível mundo tecnológico. Determinadas localidades do mundo, especialmente na Ásia, vêm liderando a migração, junto com outros provedores de acesso.

O que parece inevitável é que, nos próximos dois anos, o IPv6 chegará.

Primeiros passos
Lembra do bug do milênio, a terrível passagem para o século XXI que acabaria com todos os sistemas informatizados e faria as cidades mergulhar no caos? Então, a maior parte do trabalho de adequação às imposições da nova era foi assumida por fornecedores e provedores de acesso.

Pequenas empresas terão, assim que o IPv6 começar a funcionar, que estar prontas em termos de software e de equipamento. Estar pronto para essa mudança é tarefa a ser levada a sério. Isso irá garantir que as tarefas essenciais atreladas ao funcionamento da web não parem.

Este trabalho também vai dar a oportunidade, às companhias, de negociar a compra de soluções agora, de maneira planejada e com margem para preços melhores; melhor que ter de comprar “já, pelo amor de deus, não importa o preço”.

Faça uma lista de todos os componentes da rede atuais e verifique a habilidade de eles interagirem com o IPv6. Fique atento. Existe fabricante por aí anunciando equipamento com possibilidade de suporte a processos ligados ao IPv6; dê preferência aos hardwares com suporte nativo.

No movimento migratório para o modelo IPv6, fique atento ao provedor de acessos, à estrutura da rede, ao servidor e às estações de trabalho.

De qualquer maneira a maior parte do trabalho pesado ficará a cargo do provedor. Assim que este estiver pronto para o admirável mundo novo, as estações de trabalho e o servidor irão embarcar de pronto na onda.

Os sistemas operacionais, como Windows, Linux, e Mac OS, já estão prontos para trabalhar em redes IPv6. O Windows 7, por exemplo, já inclui as configurações dessa modalidade de IP nas interfaces de rede. As questões mais críticas estão localizadas em nível de infraestrutura de rede.

IPv6 na rede interna

À medida que provedores de acesso começarem a oferecer serviços e endereços no formato 6, justificar a adesão ao novo formato de endereçamento será bastante fácil.

Roteadores, switches, dispositivos de segurança, impressoras e aparelhos de fax com menos de dois anos de idade provavelmente estão prontos para decifrar o IPv6.

Se o equipamento tiver entre dois e cinco anos, talvez possa oferecer suporte ao novo esquema. Com hardware de cinco anos ou mais velho, a aderência ao IPv6 será bastante incerta, e a migração para o IPv6 será uma boa razão para trocar de equipamento.

Infelizmente não existe um programa de certificação de hardware com adesivos do tipo “Pronto para o IPv6”, o que demanda que você investigue, na documentação do fabricante, se o hardware em questão “gosta” ou não de endereços IP com 128 bits. Realizar um levantamento de atualizações de hardware ou de firmware é a sugestão do dia.

Se a infraestrutura ainda não estiver redonda para trabalhar com o modelo 6 de IPs, o uso de protocolos de transição é uma saída temporariamente possível. Há várias dessas “muletas” para usar; 6to4, Teredo, 6over4 e ISATAP são só algumas delas. Cada um dsses programas,”embrulha”, por assim dizer, endereços que vêm em formato IPv6 em pacotes IPv4. Dada a pouca estabilidade e segurança também limitada, essa muleta não deve ser utilizada ad infinitum.

Vai logo, ou...
Caso decida manter parte do equipamento antigo, prepare-se para o dia em que ele não será mais capaz de se integrar aos outros dispositivos da rede. Os formatos de endereçamento são muito diferentes; equivale tentar ensinar libras a um Tamanduá-bandeira.

Quando sua empresa estiver pronta para o IPv6, você poderá usar alguns sites para verificar se a conectividade está OK. Alguns casos de teste são os sites da Google ipv6.google.com e ipv6.youtube.com. O teste é simples: se você digitar "ipv6" antes de um nome de domínio (como "google.com") e o site aparecer no navegador, então você tem conectividade IPv6. Caso contrário, ainda haverá trabalho a ser feito.

Comece agora, faça um inventário, e elabore um plano para a transição. Dessa forma, sua empresa estará preparada para tirar proveito do IPv6, sem sofrer no processo.

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DEZ MIL ESCRITÓRIOS DE ADVOCACIA NO BRASIL PRECISAM MODERNIZAR GESTÃO

Há pelo menos dez mil escritórios de advocacia de pequeno e médio porte no Brasil que carecem de profissionalizar a gestão administrativa, ação indispensável para sobreviver à cada vez mais acirrada concorrência. Especialistas discutiram a questão durante reunião do comitê de Legislação da Amcham-São Paulo nesta segunda-feira (17/01).

Claudio Wilberg, diretor da LegalManager

Além da profissionalização dos quadros e sistemas administrativos, também os participantes do debate apontaram para a necessidade de maior controle de custos, fortalecimento de marca institucional e foco em diferenciais competitivos.

“Há cerca de dez mil firmas de advocacia dentro da segunda ou terceira camada da pirâmide de escritórios que ainda se viram com planilhas de Excel (para registrar os fluxos de pagamentos e recebimentos)”, diz Cláudio Wilberg, diretor comercial da consultoria LegalManager.

Segundo Wilberg, trata-se de escritórios que cresceram de modo desorganizado na última década e agora têm de se preparar para reduzir custos e fazer mais com menos.

Elas precisam conhecer informações como o retorno do projeto e do cliente, algo possível com a implementação de sistemas integrados. “Assim, qualquer sócio ou gestor pode entrar em determinada tela e ver a posição da empresa”, comenta.

Gestão de pessoas e custos

Para administrar escritórios de advocacia, foram criados cursos específicos no País há cerca de dez anos, pois a natureza dos negócios jurídicos justificava a especialização. “Antigamente, os sócios dos escritórios delegavam a administração às suas secretárias, mas muitas delas não tinham formação para gerenciar um escritório”, afirma Cláudio Wilberg.

Mário Nogueira, sócio gestor do Demarest & Almeida Advogados, avalia que a profissionalização dos escritórios é uma questão de sobrevivência. Na análise dele, as negociações com os clientes estão cada vez mais complexas, como comprova o caso de uma montadora que recentemente perguntou a ele quanto os serviços prestados custariam neste ano e qual seria o desconto progressivo terá até o fim do contrato, em 2015.

Com expectativa de receitas menores, controlar custos será um desafio cada vez mais recorrente. Tornam o cenário mais complexo o crescimento da demanda por serviços jurídicos e também a disputa por advogados entre escritórios, com consequente pressão por salários maiores. “Nosso maior custo é a folha de pagamentos”, comenta Nogueira.

Atenção ao diferencial

A diferenciação no atendimento também é um ponto chave na composição desse cenário, pois a semelhança na prestação de serviços considerados commodities – como requisição de certidões – acaba levando a disputa entre escritórios para o terreno dos preços baixos, prática que diminui as margens de lucro.

“É fácil cotar um serviço de requisição de CND (Certidão Negativa de Débito), mas, quando um cliente questionar o preço, podemos negociar a rapidez no prazo de execução e apresentar o histórico de CNDs que obtivemos em determinado caso”, exemplifica a consultora Simone Paris Akamine, da Êxito Consultoria em Administração Legal.

O advogado Carlos Fernando Siqueira Castro, do escritório Siqueira Castro, lembra ainda que é preciso ter foco permanente no negócio – definindo uma estratégia de atuação – e também no cliente. “É preciso ter flexibilidade para cobrar honorários e trabalhar de acordo com os objetivos do contratante”.

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MOTIVE, RECONHEÇA E RECOMPENSE

Independente do setor ou ramo de atividade, o grande dilema das organizações é alcançar e manter resultados positivos e consistentes. Além de planejamento e metas claras, a melhoria do desempenho está diretamente relacionada ao comprometimento e o desempenho da equipe. E, neste contexto, a tríade “motivar, reconhecer e recompensar” merece destaque.

Sem motivação não há aumento expressivo de produtividade, nem tampouco resultados excepcionais. Um bom exemplo é a formação da equipe de futebol para competir na Copa do Mundo. A paixão pelo esporte e a determinação em buscar os melhores resultados embalam equipes do mundo todo. Assim como nas seleções, é preciso despertar o sentimento de desafio, incentivar a capacidade de superação e enfatizar a conquista e sensação de realização.

Aqueles que ainda não perceberam que o sucesso de um time depende da motivação estão patinando em estratégias vazias. Se o discurso da empresa está calcado apenas no planejamento e no atingimento de metas, é preciso incorporar a alma nas ações com uma pitada de estímulo. Se o único incentivo que dispõe é o salário no final do mês, certamente, o profissional vai produzir de acordo com o que ganha. Agora, se há motivação e reconhecimento, o profissional vai vestir, com orgulho, a camisa da empresa.

Para auxiliar neste processo, a comunicação interna ou endomarketing tornam-se imprescindíveis, principalmente, quando estão atrelados à valorização do quadro efetivo. Comprometer o público interno é algo genial e, hoje em dia, uma das formas eficazes de motivação.

Vale ressaltar que o gestor deve identificar os anseios de sua equipe e, por meio de campanhas motivacionais e treinamentos, ajudar a melhorar o desempenho dos colaboradores. O gestor tem que destacar a competência de cada profissional, assim como em um time de futebol, no qual cada posição tem o seu valor e um não funciona sem o outro - ainda mais se estiverem sem entrosamento.

Claro que manter equipes inteiras motivadas, comprometidas e empenhadas, não é uma tarefa fácil. Por isso mesmo que os técnicos de futebol são alvos de críticas ferrenhas. Se o objetivo é melhoria de desempenho, aumento da qualidade e fidelização das equipes internas podemos afirmar que motivar, reconhecer e recompensar é a receita perfeita para desenvolver o que empresa tem de mais importante: o capital humano.


Fonte: Hsmglobal.com

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