TST
LANÇA SERVIÇOS PARA CELULAR
O Tribunal Superior do
Trabalho oferece mais uma facilidade tecnológica: os usuários
de dispositivos móveis podem acessar os serviços “Notícias”,
“Acompanhamento Processual”, “Jurisprudência”
e “Pedido de Preferência”. A novidade é que
esses serviços – os mais procurados no site do Tribunal
– receberam formatação própria para a essa
tecnologia, com o objetivo de facilitar a navegação
por meio de aparelhos móveis – celulares com acesso à
internet, “tablets” como o Ipad, Galaxy e outros. O acesso
é feito pelo endereço convencional na internet: www.tst.jus.br.
Outra aspecto
importante, no qual o TST é pioneiro, é o caráter
interativo de um desses serviços – o “Pedido de
Preferência”. Sem precisar ir ao Tribunal, é possível
ao advogado solicitar “on line” que seus processos integrem
a lista de prioridade nas sessões de julgamento, com pedido
de sustentação oral, quando couber.
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LUIZ
FUX É MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Indicado pela presidente
Dilma Rousseff para integrar o Supremo Tribunal Federal, o ministro
Luiz Fux, do Superior Tribunal de Justiça, já pode trocar
de casa. Depois de quatro horas de sabatina na Comissão de
Constituição e Justiça do Senado, seu nome foi
aprovado por unanimidade pela comissão e por maioria pelo Plenário.
Foram 68 votos a favor e apenas dois contra.
Fux ocupará
a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Eros Grau, formalizada
em agosto do ano passado. O STF passou seis meses sem sua formação
completa, aguardando a escolha da Presidência da República.
A espera terminou na abertura do ano judiciário, no dia 1º
de fevereiro, quando a presidente indicou o ministro.
Na CCJ, não
houve sequer abstenção. Os 23 senadores compareceram
e votaram a favor do ministro. A sabatina foi presidida pelo senador
Eunício Oliveira (PMDB-CE). O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ)
foi o relator. Todos os parlamentares, ao dirigirem suas perguntas
ao ministro, o elogiaram. Fux chegou a ser aplaudido de pé
ao terminar seu discurso inicial. Os senadores ressaltaram o currículo
e os valores pessoais do novo integrante da Corte Suprema.
Ao saber da aprovação,
o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, jé deu boas vindas
ao novo colega. Assim como fez por sua indicação, Fux
trabalhou para chegar ao resultado. Segundo os próprios senadores,
visitou todos os partidos.
Os assuntos mais
polêmicos questionados foram a judicialização
das políticas públicas, o alcance da Lei da Ficha Limpa,
a extradição do ex-militante italiano de esquerda Cesare
Battisti e o exercício da vaga de suplente no Legislativo.
Porém, quando questionado sobre sua opinião em relação
a casos ainda não resolvidos no Supremo, o ministro evitou
responder. A justificativa foi que adiantar posições
poderia provocar impedimentos futuros.
Fux foi questionado
em relação à sua opinião sobre órgãos
de controle como o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho
Nacional do Ministério Público. Ele respondeu que como
há liminares em tramitação no STF que versam
sobre o limite de atuação dos órgãos,
se limitaria a falar que a criação dos órgãos
contam com o apoio da sociedade e que eles têm a função
de fazer um controle do exercício dos juízes e integrantes
do Ministério Público para coibir abusos de poder.
Ele foi indagado
também sobre a Lei de Improbidade Administrativa e a questão
da moralidade do agente público. Para responder, Fux citou
uma decisão do Supremo, na qual ficou definido que para responder
uma ação é preciso que seja comprovado o dolo
do agente, ou seja, se houve a intenção de desviar e
se beneficiar da verba pública. O mesmo se aplica a casos de
descumprimento da Lei de Licitações, segundo ele.
Fux chega ao
STF depois de presidir a Comissão de Reforma do Código
de Processo Civil do Senado. Deste posto, aproveitou para incorporar
ao texto do projeto que hoje tramita no Congresso diversas práticas
corriqueiras que o STJ adota hoje com base em sua jurisprudência.
Um exemplo: se há falhas processuais que impeçam a admissibilidade
de um recurso cuja matéria tem relevância social, permite-se
a flexibilização das regras para admitir o recurso e
julgar o mérito da causa.
Ao defender o
projeto do novo Código, o ministro falou que os tribunais superiores
têm a função de uniformizar a jurisprudência,
“que é sinônimo de segurança jurídica”.
Para ele, nenhuma jurisprudência pode mudar abruptamente. Ele
elogiou a forma como o novo CPC foi elaborado, através de audiências
públicas com a participação de diversas pessoas
e segmentos da área jurídica.
O ministro falou
também da figura do amicus curiae na Justiça. Para ele,
o instrumento é fundamental para que os juízes julguem
os processos sem se afastar da realidade, e ajuda a “vencer
o mito de que um juiz tem um conhecimento enciclopédico”.
Sobre a judicialização
das políticas públicas, Fux disse que também
não poderia se manifestar porque o tema é questionado
no STF. Mas adiantou que suas decisões sobre o assunto serão
guiadas por dois princípios básicos: garantir o mínimo
existencial em contraponto com a reserva do possível. O novo
ministro do Supremo respondeu ainda a uma pergunta sobre ações
afirmativas. “Não basta afirmar que todos são
iguais. Elas [ações afirmativas] evitam a institucionalização
das desigualdades sociais”, ressaltou.
Em diversos pontos
da sabatina, Luiz Fux revelou o que quem conhece seu trabalho no STJ
já sabia: é um juiz progressista. “Os homossexuais
têm todos os deveres, então devem ter todos os direitos”,
disse. O ministro ainda ressaltou que qualquer flexibilização
da Lei Maria da Penha representaria um retrocesso ao país.
Currículo
elogiado
O carioca Luiz Fux, de 57 anos, é juiz de carreira. Exerceu
advocacia por dois anos e foi promotor por outros três. Em 1983,
passou em primeiro lugar em concurso público para a magistratura.
Em 1997, foi promovido para desembargador do Tribunal de Justiça
do Rio de Janeiro e, quatro anos depois, nomeado ministro do STJ pelo
presidente Fernando Henrique Cardoso.
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32
IDEIAS PARA ADMINISTRAR O SEU TEMPO
Se você sente que
não tem tempo para fazer metade das coisas que gostaria, saiba
que não está sozinho. O filósofo francês
Gilles Lipovetsky afirma que as exigências do mundo atual, como
agilidade nas decisões e resultados no curto prazo, fizeram
desse sentimento quase uma regra no Ocidente. "As pessoas, em
número crescente, reclamam de estar sobrecarregadas e de correr
contra o tempo. A época hipermoderna é contemporânea
da sensação de que o tempo se rarefaz", escreve
o autor no livro Os Tempos Hipermodernos (Editora Barcarolla). Mas
já que não dá para espichar o dia, que tal pensarmos
como aproveitá-lo melhor? Foi com esse propósito que
dedicamos horas de apuração, leitura e entrevistas para
transformar o relógio num parceiro para você.
Ultimamente,
nós, brasileiros, jogamos fora dois terços do dia com
atividades inúteis e urgentes. A Tríade do Tempo, de
São Paulo, especializada no assunto, fez a descoberta após
ouvir 15 324 pessoas entre 2005 e 2007. Por isso, sobra tão
pouco espaço na agenda para o que é realmente importante.
Como você verá nesta reportagem, separar o que é
urgente do importante alivia a pressão do tempo. Veja a seguir
32 ideias que podem ser aplicadas a partir de agora, pois sabemos
que o seu tempo é precioso.
CLAREZA DE PRIORIDADES
Para Alexandre Hohagen, de 37 anos, presidente do Google para a América
Latina, a divisão racional do tempo é fundamental. A
clareza de prioridades e a cultura da empresa permitem que ele tenha
uma agenda flexível e fique quatro horas por dia com as três
filhas. No trabalho, Alexandre tem apenas três reuniões
fixas semanais e sua agenda fica aberta na intranet para quem quiser
marcar uma conversa.
Ele divide seu
tempo assim:
Casa-trabalho: 30 min
Chega ao escritório: 13h30
Reuniões: 5 horas
E-mails: 5 horas
Horas de sono: 6 horas
Tempo livre: 4 horas
1 Avalie o tempo
gasto nas tarefas
Anote o tempo gasto em cada uma de suas atividades principais. As
informações serão valiosas para tornar a próxima
programação mais precisa e eficaz. "Essa é
uma habilidade que diferencia os gerentes mais experientes",
escreve a consultora americana Melissa Raff oni.
2 Centralize
as informações
"Uma pessoa gasta até 28 minutos do dia procurando dados
que não sabe onde anotou", afirma Paulo Kretly, presidente
da FranklinCovey Brasil. No fim do mês, isso pode significar
um dia inteiro perdido. Hoje, com aparelhinhos modernos cada vez mais
versáteis, não há desculpa para você não
ter as informações centralizadas.
3 Planeje em
apenas 10 minutos
Você não precisa mais do que 10 minutinhos para planejar
as tarefas do dia. Ao fazer isso, entrará para o pequeno time
de executivos que possuem esse hábito: apenas 17%, segundo
pesquisa feita pela FranklinCovey no fim do ano passado.
4 Tenha horários
LIVRES
"Minha agenda de trabalho está no sistema. O funcionário
que quiser marcar uma reunião pode entrar, ver horários
disponíveis e me enviar um convite. De qualquer forma, tenho
algumas reuniões fixas, que cumpro religiosamente toda semana.
É bom para me exercitar e criar uma cultura entre os subordinados",
diz Alexandre Hohagen, do Google.
5 Faça
escolhas
"Apesar de trabalhar de 13 a 14 horas por dia, procuro sempre
reservar espaço para o que é importante para mim, como
as minhas filhas. Deixei de fazer ginástica para ficar mais
tempo com elas. Também reservo tempo para dar uma palestra
por semana", afirma Alexandre Hohagen, presidente do Google para
a América Latina.
6 Participe de
teleconferências
Antes de viajar a negócios, verifique se é mesmo necessário
estar pessoalmente no encontro ou se uma teleconferência resolveria
a questão. Também certifique-se de que você é
a pessoa mais indicada para participar da reunião ou se pode
enviar outra pessoa.
7 Respeite seu
ritmo
"Funciono melhor de manhã, por isso planejo a minha rotina
de acordo com o meu ritmo. Chego ao trabalho às 7h30, porque
sei que a partir das 16h começo a perder embalo. Até
as 17h, já estou voltando para casa. Ficar horas no trabalho
não significa que você está produzindo mais",
afirma Carlos Ienne, presidente da Fedex no Brasil.
8 Cuidado com
o fuso horário
Se você trabalha numa multinacional ou lida com clientes no
exterior, tem de levar em conta o fuso horário. Informe-se
da diferença de horas entre os países antes de enviar
e-mails e agendar teleconferências. Para marcar uma viagem internacional,
a antecedência tem de ser equivalente à duração
dela.
9 Ajuste o foco
antes
Mais de 60% das 1 045 pessoas que responderam a uma pesquisa da consultoria
Tríade do Tempo acham que as reuniões de que participam
são malconduzidas. O principal problema apontado por elas é
a falta de foco. Uma reunião toma rumos indesejados por falta
de clareza tanto do chefe quanto da equipe. Para evitar desvios, defina
previamente a pauta por escrito e os resultados esperados. Revise
cada item no início da reunião. No final, faça
um resumo de toda a conversa e delegue as tarefas que forem necessárias.
10 Meia hora
é suficiente
Se os resultados desejados estiverem claramente definidos e houver
uma lista de assuntos e questões a serem abordados, não
há por que uma reunião durar mais do que 30 minutos.
Reuniões ou teleconferências precisam ter agenda clara
e hora para começar e acabar.
11 Dê o
RECADO
Ao escrever um e-mail, seja o mais conciso e direto possível.
Segundo o consultor americano Mike Song, que conversou com 8 000 funcionários
de grandes corporações em todo o mundo, a maioria das
pessoas não lê as mensagens, simplesmente "escaneia",
ou seja, dá uma olhada rápida para ver qual é
o assunto.
Para facilitar
esse tipo de leitura, evite paredões de palavras. Divida o
texto e faça ele caber numa única página. Comece
pelo objetivo da mensagem e depois contextualize. No assunto, coloque
informações que deixem claro o conteúdo do e-mail.
"Como uma manchete de jornal", afirma Mike Song.
12 Convoque poucas
pessoas
Nada de amontoar 20 pessoas numa sala para ouvir o que você
tem a dizer. "Para ser produtiva e permitir a participação
de todos, a reunião deve ter de oito a 12 participantes",
sugere Paulo Kretly, da FranklinCovey. Se a equipe for maior, uma
alternativa é fragmentá-la.
13 Pare de reclamar
do trânsito
Antes de comprar um imóvel, procure saber onde está
a maior parte das empresas em que gostaria de trabalhar. Ao fazer
esse exercício, você vai descobrir que pode morar muito
mais perto de onde trabalha. Em cidades como São Paulo, esse
fator é a diferença entre gastar 15 minutos ou quatro
horas no percurso casa-escritório.
14 Coloque ordem
na casa
O brasileiro gasta três horas por dia administrando o correio
eletrônico, segundo Christian Barbosa, diretor da Tríade
do Tempo. "Esse tempo pode ser reduzido pela metade", diz.
Controle a sua curiosidade e estipule horários para se dedicar
ao correio eletrônico. Desligar os alertas sonoros e visuais
de recebimento pode ajudar. Lembrese que, se houver uma urgência,
o telefone vai tocar. Crie um número limitado de pastas e tenha
cuidado ao dar nome a elas, para que os assuntos não se confundam.
15 Mande um representante
Em muitas reuniões, dá para você mandar um representante
no seu lugar. Assim, você pode se concentrar naquelas que são
importantes de verdade. Se você tem muitas reuniões com
clientes, repasse a pauta do encontro no dia anterior com um colega
de equipe e peça a ele que vá no seu lugar. Em uma próxima
ocasião você retribui a gentileza.
16 - Consulte
em HORAS determinadas
"Não consulte e-mails logo que chegar ao trabalho nem
antes de dormir. O primeiro desvia você das prioridades, o outro
apenas causa insônia A mensagem pode esperar até dez
horas depois que tiver completado pelo menos uma de suas tarefas críticas
do dia", diz o escritor Timothy Ferris.
17 Evite reunião
surpresa
Reuniões em cima da hora não devem acontecer, salvo
em situações de emergência. "Raramente as
reuniões são para 'ontem'", afirma Christian Barbosa,
diretor da Tríade do Tempo. Além disso, a chance de
o encontro se mostrar improdutivo e roubar um tempo precioso é
grande, uma vez que as pessoas não puderam se preparar. Convoque
com, no mínimo, um dia de antecedência.
18 Receba menos
enviando menos
Quer conter a enxurrada de mensagens na sua caixa de entrada? Comece
a enviar menos e-mails e reduza o número de destinatários.
Segundo Mike Song, um profissional recebe três respostas para
cada cinco mensagens que envia. Ou seja, quem abusa de recursos como
"Responder a todos", "Cc" e listas de distribuição
sofre as consequências. Antes de enviar, reflita sobre a relevância
da mensagem para o destinatário. Se não quiser resposta,
deixe isso claro no texto.
19 Mensagem com
hierarquia
Ao gerenciar a caixa de entrada, use o bom senso e avalie os e-mails
que exigem mais atenção. Para distinguir quais são
importantes — clientes, pares, subordinados diretos e chefe
—, aplique cores diferentes aos remetentes. Outra ferramenta
permite identificar de cara se a mensagem foi enviada só para
você ou para várias pessoas. "A alguns e-mails internos
nem respondo. Muitas vezes, a própria pessoa se vira e resolve",
diz Carlos Ienne, da Fedex.
20 Exercite o
desapego
Muitas vezes, para conseguir dar conta do mais importante, é
preciso deixar que algumas pequenas coisas ruins aconteçam,
como ter de retornar uma ligação mais tarde para se
desculpar, pagar uma pequena multa ou mesmo perder um cliente destemperado.
Segundo Timothy Ferris, o caminho nem sempre é acumular mais
tarefas, mas definir as poucas coisas que realmente podem mudar sua
vida e seu negócio.
21 Delegue trabalho
e também autoridade
Delegue trabalho e também autoridade Ao delegar, concentre-se
nos resultados, e não no processo. Esteja aberto a sugestões,
já que as pessoas resolvem os mesmos problemas de formas diferentes.
Avise o que você espera, o prazo e delegue também autoridade.
Quem tenta fazer algo e descobre que não dispõe de poder
suficiente fica frustado e torna-se ineficiente
22 Saiba dizer
"Não""
Oito em cada dez pessoas dizem perder tempo com atividades inúteis
por não ter dito "não". Por isso, aprenda
a fazê-lo quando necessário. Avalie se a demanda é
imediata, marque a conversa para mais tarde ou delegue. Seja disponível,
mas crie suas proteções. "Quando tiver de se concentrar,
desligue telefone, e-mail e MSN", diz Christian Barbosa.
23 Organize-se
para ler e aprender
Organize-se para ler e aprender Use o senso crítico para avaliar
o que deve ler. Pessoas perdem tempo com informações
interessantes, mas não importantes para seu trabalho e desenvolvimento.
Tente reservar
um período do dia para leituras, de preferência um horário
em que esteja bem acordado, com nível de compreensão
alto. Se você dedicar a um livro 30 minutos por dia e conseguir
ler 20 páginas, serão 600 páginas no fi m do
mês. Mantendo o ritmo por um ano, terá lido 24 livros
de 300 páginas.
24 Compre um
blackberry... ou não
Para alguns executivos, existem muitos motivos para comprar um desses
aparelhinhos que combinam celular e computador de mão —
e permitem acessar e-mails de qualquer lugar. Reduzir a superlotação
da caixa de mensagens é um deles. Para outros profissionais,
um blackberry pode roubar o escasso tempo livre que têm. Esse
risco existe, tanto que nos Estados Unidos o produto foi apelidado
de "crackberry", por viciar seus usuários.
25 Conte sempre
com o imprevisível
Elabore uma agenda realista, o que significa definir compromissos
e também deixar espaços para mudanças de última
hora. Alguns horários em aberto vão ajudá-lo
a dar conta do recado. Já uma agenda rígida, com compromissos
consecutivos, dificilmente será cumprida e causará frustração.
Lembre-se que pressa e vontade de resolver tudo levam você a
subestimar a duração das tarefas.
26 Concentre-se
em mais valia
Para lidar com o acúmulo de tarefas e funções,
é preciso ser eficaz. "O eficiente faz as coisas de maneira
correta, o eficaz faz aquilo que agrega mais valor", afirma o
headhunter Ricardo Rocco, da Russell Reynolds. A melhor maneira de
fazer isso é escolher e negociar bem quais tarefas você
sabe executar e que são estratégicas de verdade para
o negócio. Quem faz isso tem foco nos resultados e usa sua
capacidade para trazer maior retorno.
27 Seja estratégico
Se você sente que está perdendo tempo no trabalho em
atividades menos importantes, e isso acaba com o restinho de horas
livres que você teria para um projeto pessoal, planeje-se melhor.
28 Faça
o IMPORTANTE
Pesquisa da Tríade mostra que o brasileiro dedica apenas 30%
do tempo às tarefas importantes. Reflita: concluir o relatório
que o chefe pediu para "ontem" ou ir à reunião
no colégio dos filhos? Se souber o que é realmente importante,
fica mais fácil decidir.
29 Valorize seu
tempo
O que você quer fazer com seu tempo? Essa pergunta é
o ponto de partida para quem deseja se planejar melhor. Tenha clareza
dos objetivos antes de começar a redistribuir as horas entre
projetos profi ssionais e pessoais. Defina suas prioridades e avalie
se você está usando seu tempo para persegui-las. A consultora
Melissa Raffoni define esse processo como alavancagem de tempo. "Quem
pondera de maneira crítica como gastá-lo está
alavancando seu tempo."
30 Cuide da saúde
Planejamento e disciplina fazem bem à saúde. Não
importa se você é sedentário, está um pouco
acima do peso ou é fumante. Se começar a correr cinco
dias por semana por cerca de uma hora e meia, em seis meses estará
pronto para disputar a São Silvestre. "Correr 30 minutos,
três vezes por semana, pode reduzir em 60% o risco de infarto",
diz o médico do esporte Paulo Zogayb.
31 Assuma-se
como protagonista
Enumere os papéis que você desempenha na vida: pai, filha,
marido, executiva, cidadão. Não adianta fazer um planejamento
para a vida pessoal e outro para a profissional, afinal, você
é um só. Liste as atividades relativas a cada papel
e a parcela de tempo que quer dedicar a cada uma delas. Lembre-se
que é inevitável priorizar alguns papéis em detrimento
de outros em alguns momentos. "Quem muito abraça pouco
aperta", diz Paulo Kretly, da FranklinCovey.
32 Desconsidere
certos telefonemas
"Não atenda números não reconhecidos. Surpreenda
os outros, mas não seja surpreendido. Isso resulta em interrupções
indesejadas e em situações precárias de negociação.
Deixe a ligação cair no correio de voz e acesse depois.
Se for preciso, contrate um serviço de gerenciamento de mensagens",
diz Timothy em seu blog.
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QUEM
QUER SER ADVOGADO?
Realizamos uma
pesquisa para encontrar o perfil do aluno de direito no Centro Universitário
Salesiano de São Paulo Unidade de Ensino de Lorena. Ouvimos
praticamente 400 alunos, dos 800 alunos matriculados no curso. As
questões foram objetivas e as respostas anônimas.
Uma das perguntas
foi: qual a carreira jurídica você pretende alcançar
após a faculdade?
As respostas
previstas objetivamente eram: Advocacia com escritório próprio;
Advocacia como funcionário, Advocacia como Procurador Público,
Magistratura, Ministério Público, Delegado de Polícia,
Cargos administrativos no Poder Judiciário, Docência
no Ensino Superior, Outros.
O resultado foi
surpreendente, pois 20% dos alunos pretendem exercer a advocacia com
escritório próprio, 3% pretende atuar como advogados
funcionários e 4% como advogados procuradores. Então,
27% dos entrevistados pretendem ser advogados, um número muito
expressivo!
Dos demais, computando
as profissões mais escolhidas, 13% pretendem a magistratura,
16% o ministério público e 15% Delegado de Polícia.
Num tempo em
que se diz ou se ouve dizer que “advogar é difícil”,
os alunos estão empenhados em advogar, o que merece uma comemoração.
Agora, devemos
lançar algumas reflexões sobre o mercado da advocacia.
1 - O que temos
de atração na referida carreira, sobretudo, na advocacia
com escritório próprio?
2 - Será
que o que as faculdades de direito ensinam é o suficiente para
que esses advogados tenham sucesso na condução de seus
escritórios?
Em breves palavras
quero provocá-los!
A carreira da
advocacia com escritório próprio nos permite ser verdadeiros
profissionais liberais e disso deriva uma série de benefícios
como, por exemplo, escolher o tipo de serviço que pretende
prestar e até mesmo escolher o cliente que pretende atender
ou não atender.
A economia brasileira,
crescendo, permitirá, nos próximos anos, que espaços
se abram para a atuação de advogados do setor privado
e público, isso, também é positivo.
O conteúdo
ensinado nas faculdades de direito, pelo menos no Brasil, está
longe de preparar o aluno para a realidade da advocacia, sobretudo,
em escritórios próprios. Isso se deve ao fato de que
o advogado, nessas condições, passa a ser um prestador
de serviços, um gestor de finanças, de pessoas, de clientes
e, nada disso é ensinado aos alunos.
Nem mesmo a Pós
Graduação em Direito permite isso, pois preocupada está
com a informação prática da técnica jurídica
em si e não da gestão ou gerenciamento do escritório.
Pois bem, em rápido pensamento, uma conclusão: no futuro
teremos mais advogados, porém o sucesso dos escritórios
estará atrelado àqueles que, além de uma boa
formação técnica jurídica, estejam empenhados
e preparados em gerenciar bem o seu negócio.
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DESCUBRA
COMO AS EMPRESAS PODEM ENTRAR NO MUNDO DO IPV6
Essa versão
mais atual do principal protocolo da Internet deve resolver o gargalo
do IPv4.
Por PC World/EUA
12 de julho de 2010 - 10h36
Uma das peculiaridades
da Internet é que ela promete conectividade ilimitada. Mas,
para essa promessa virar realidade, há a necessidade de que
um computador ou dispositivo conectado na rede encontre os outros
por meio de um sistema comum de endereços.
O sistema atual de endereços
virtuais, fruto de desenvolvimento dos anos 70, está ficando
lotado e há um número reduzido de números à
disposição. Para dar conta dessa contingência,
entra em ação o esquema de distribuição
de endereços IP chamado de IPv6.
O que é
o IPv6?
Em 1981, os únicos computadores ligados na Internet eram terminais
de instituições de pesquisa militar. Ambientados em
um mundo de 8 bits, os endereços IP de 32 bits do IPv4 significavam
endereçamento praticamente ilimitado (4 bilhões de endereços)
para a estrutura da época.
Ao avançar o filme
até os dias de hoje, vários milhões de usuários
depois, chega-se próximo ao final da disponibilidade de endereços.
Em teoria, quando todos os IPs estiverem ocupados será impossível
conectar qualquer dispositivo novo na rede.
Há uma série
de artifícios capaz de arrumar a casa e possibilitar a existência
da Internet seguindo o endereçamento atual. Determinados provedores
podem abrigar redes extensas sob um endereço IP público
único, usando o esquema NAT, comum em redes de pequenas empresas
e até na casa de quem usa um roteador wireless para dar acesso
à rede para mais de um computador.
Apesar de economizar endereços
IP, essas manobras influenciam no desempenho da rede. Em alguns países,
principalmente nos em desenvolvimento, os provedores estão
realizando leilões de endereços IP no “paralelo”.
Endereços IPv4 são
compostos por conjuntos de quatro números, como 127.0.0.1.
Isso é diferente de uma URL do tipo www.idgnow.com.br, que
é traduzido por servidores do serviço de nomes de domínio
(Domain Name System, ou DNS). Uma única URL pode apontar para
vários endereços IP, assim como várias URLs podem
estar direcionadas para um IP único.
Homologado em 1998 pela
ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers –
Corporação da Internet para designação
de nomes e números, em tradução livre do inglês),
o IPv6 oferece um endereçamento de 128 bits, o que literalmente
expande a base de endereços para o "modesto" volume
de 340 multiplicado por 10 elevado a 36.ª potência. isso
permite oferecer bilhões de IP para cada pessoa da Terra e
vai desafogar o crítico e iminente esgotamento de endereços
IP.
Benefícios
do IPv6
O protocolo IPv6 abriga alguns itens de segurança. Como a versão
4 do IP foi desenvolvida em uma época de poucos acessos à
rede, ela foi desenvolvida para uma rede “ingênua”.
Já o IPv6, de caráter mais cínico, realiza diversas
verificações antes de sair conectando loucamente qualquer
endereço apresentado.
Os ataques chamados de
Internet spoofing, por exemplo - aquele em que o sujeito envia uma
mensagem jurando que quem envia é outra entidade -, estão
com os dias contados.
Baseados em conexões
mais robustas e seguras, os roteadores e firewalls da era IPv6 poderão
oferecer maior proteção contra ataques anônimos.
E a proteção de dados confidenciais será maior
do que se pode ter hoje em dia.
Outra característica
do IP versão 6 será a segurança de aplicativos
essenciais, críticos. Entrada automatizada de pedidos e manutenção
de contas de clientes e parceiros por sistemas de gestão de
relacionamento estão entre os recursos beneficiados pelo IPv6.
Por oferecer mais controle
na maneira em que informações são roteadas entre
computadores, o IPv6 dá às empresas pequenas a oportunidade
de aumentar sua segurança e equiparar-se aos esquemas brutais
anti-invasão instalados em grandes corporações.
Aplicativos críticos,
rich media, VPN e VoIP também irão usufruir de maior
segurança e robustez. Uma conversa via VoIP, por exemplo, terá
maior prioridade que um download ou acesso a qualquer outro arquivo.
Para as pequenas e médias
empresas com o mínimo de visão, essa alteração
pode trazer vários benefícios, principalmente no que
se refere à segurança, disponibilidade e performance
de aplicativos. Esperar até o último minuto vai acarretar
investimentos de última hora em atualização de
equipamentos e transformar o que poderia ser um incremento na funcionalidade
dos negócios em um pesadelo da modernidade.
Anunciada há vários
anos, a chegada da versão 6 do protocolo IP continua a assombrar
a perspectiva dos usuários e programadores da web. A data final
de sua implantação ainda está em branco nos calendários
do imprevisível mundo tecnológico. Determinadas localidades
do mundo, especialmente na Ásia, vêm liderando a migração,
junto com outros provedores de acesso.
O que
parece inevitável é que, nos próximos dois anos,
o IPv6 chegará.
Primeiros
passos
Lembra do bug do milênio, a terrível passagem para o
século XXI que acabaria com todos os sistemas informatizados
e faria as cidades mergulhar no caos? Então, a maior parte
do trabalho de adequação às imposições
da nova era foi assumida por fornecedores e provedores de acesso.
Pequenas empresas terão,
assim que o IPv6 começar a funcionar, que estar prontas em
termos de software e de equipamento. Estar pronto para essa mudança
é tarefa a ser levada a sério. Isso irá garantir
que as tarefas essenciais atreladas ao funcionamento da web não
parem.
Este trabalho também
vai dar a oportunidade, às companhias, de negociar a compra
de soluções agora, de maneira planejada e com margem
para preços melhores; melhor que ter de comprar “já,
pelo amor de deus, não importa o preço”.
Faça uma lista de
todos os componentes da rede atuais e verifique a habilidade de eles
interagirem com o IPv6. Fique atento. Existe fabricante por aí
anunciando equipamento com possibilidade de suporte a processos ligados
ao IPv6; dê preferência aos hardwares com suporte nativo.
No movimento migratório
para o modelo IPv6, fique atento ao provedor de acessos, à
estrutura da rede, ao servidor e às estações
de trabalho.
De qualquer maneira a maior
parte do trabalho pesado ficará a cargo do provedor. Assim
que este estiver pronto para o admirável mundo novo, as estações
de trabalho e o servidor irão embarcar de pronto na onda.
Os sistemas operacionais,
como Windows, Linux, e Mac OS, já estão prontos para
trabalhar em redes IPv6. O Windows 7, por exemplo, já inclui
as configurações dessa modalidade de IP nas interfaces
de rede. As questões mais críticas estão localizadas
em nível de infraestrutura de rede.
IPv6 na
rede interna
À medida que provedores
de acesso começarem a oferecer serviços e endereços
no formato 6, justificar a adesão ao novo formato de endereçamento
será bastante fácil.
Roteadores, switches, dispositivos
de segurança, impressoras e aparelhos de fax com menos de dois
anos de idade provavelmente estão prontos para decifrar o IPv6.
Se o equipamento tiver
entre dois e cinco anos, talvez possa oferecer suporte ao novo esquema.
Com hardware de cinco anos ou mais velho, a aderência ao IPv6
será bastante incerta, e a migração para o IPv6
será uma boa razão para trocar de equipamento.
Infelizmente não
existe um programa de certificação de hardware com adesivos
do tipo “Pronto para o IPv6”, o que demanda que você
investigue, na documentação do fabricante, se o hardware
em questão “gosta” ou não de endereços
IP com 128 bits. Realizar um levantamento de atualizações
de hardware ou de firmware é a sugestão do dia.
Se a infraestrutura ainda
não estiver redonda para trabalhar com o modelo 6 de IPs, o
uso de protocolos de transição é uma saída
temporariamente possível. Há várias dessas “muletas”
para usar; 6to4, Teredo, 6over4 e ISATAP são só algumas
delas. Cada um dsses programas,”embrulha”, por assim dizer,
endereços que vêm em formato IPv6 em pacotes IPv4. Dada
a pouca estabilidade e segurança também limitada, essa
muleta não deve ser utilizada ad infinitum.
Vai logo, ou...
Caso decida manter parte do equipamento antigo, prepare-se para o
dia em que ele não será mais capaz de se integrar aos
outros dispositivos da rede. Os formatos de endereçamento são
muito diferentes; equivale tentar ensinar libras a um Tamanduá-bandeira.
Quando sua empresa estiver
pronta para o IPv6, você poderá usar alguns sites para
verificar se a conectividade está OK. Alguns casos de teste
são os sites da Google ipv6.google.com e ipv6.youtube.com.
O teste é simples: se você digitar "ipv6" antes
de um nome de domínio (como "google.com") e o site
aparecer no navegador, então você tem conectividade IPv6.
Caso contrário, ainda haverá trabalho a ser feito.
Comece agora,
faça um inventário, e elabore um plano para a transição.
Dessa forma, sua empresa estará preparada para tirar proveito
do IPv6, sem sofrer no processo.
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DEZ
MIL ESCRITÓRIOS DE ADVOCACIA NO BRASIL PRECISAM MODERNIZAR
GESTÃO
Há pelo
menos dez mil escritórios de advocacia de pequeno e médio
porte no Brasil que carecem de profissionalizar a gestão administrativa,
ação indispensável para sobreviver à cada
vez mais acirrada concorrência. Especialistas discutiram a questão
durante reunião do comitê de Legislação
da Amcham-São Paulo nesta segunda-feira (17/01).
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Claudio
Wilberg, diretor da LegalManager
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Além
da profissionalização dos quadros e sistemas
administrativos, também os participantes do debate
apontaram para a necessidade de maior controle de custos,
fortalecimento de marca institucional e foco em diferenciais
competitivos.
“Há
cerca de dez mil firmas de advocacia dentro da segunda ou
terceira camada da pirâmide de escritórios que
ainda se viram com planilhas de Excel (para registrar os fluxos
de pagamentos e recebimentos)”, diz Cláudio Wilberg,
diretor comercial da consultoria LegalManager.
Segundo
Wilberg, trata-se de escritórios que cresceram de modo
desorganizado na última década e agora têm
de se preparar para reduzir custos e fazer mais com menos.
Elas precisam conhecer informações como o retorno
do projeto e do cliente, algo possível com a implementação
de sistemas integrados. “Assim, qualquer sócio
ou gestor pode entrar em determinada tela e ver a posição
da empresa”, comenta.
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Gestão
de pessoas e custos
Para administrar
escritórios de advocacia, foram criados cursos específicos
no País há cerca de dez anos, pois a natureza dos negócios
jurídicos justificava a especialização. “Antigamente,
os sócios dos escritórios delegavam a administração
às suas secretárias, mas muitas delas não tinham
formação para gerenciar um escritório”,
afirma Cláudio Wilberg.
Mário Nogueira, sócio gestor do Demarest
& Almeida Advogados, avalia que a profissionalização
dos escritórios é uma questão de sobrevivência.
Na análise dele, as negociações com os clientes
estão cada vez mais complexas, como comprova o caso de uma
montadora que recentemente perguntou a ele quanto os serviços
prestados custariam neste ano e qual seria o desconto progressivo
terá até o fim do contrato, em 2015.
Com expectativa de receitas menores, controlar custos
será um desafio cada vez mais recorrente. Tornam o cenário
mais complexo o crescimento da demanda por serviços jurídicos
e também a disputa por advogados entre escritórios,
com consequente pressão por salários maiores. “Nosso
maior custo é a folha de pagamentos”, comenta Nogueira.
Atenção
ao diferencial
A diferenciação
no atendimento também é um ponto chave na composição
desse cenário, pois a semelhança na prestação
de serviços considerados commodities – como requisição
de certidões – acaba levando a disputa entre escritórios
para o terreno dos preços baixos, prática que diminui
as margens de lucro.
“É fácil cotar um serviço
de requisição de CND (Certidão Negativa de Débito),
mas, quando um cliente questionar o preço, podemos negociar
a rapidez no prazo de execução e apresentar o histórico
de CNDs que obtivemos em determinado caso”, exemplifica a consultora
Simone Paris Akamine, da Êxito Consultoria em Administração
Legal.
O advogado Carlos Fernando Siqueira Castro, do escritório
Siqueira Castro, lembra ainda que é preciso ter foco permanente
no negócio – definindo uma estratégia de atuação
– e também no cliente. “É preciso ter flexibilidade
para cobrar honorários e trabalhar de acordo com os objetivos
do contratante”.
** A reprodução
deste conteúdo é permitida desde que citada a fonte
Amcham
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MOTIVE,
RECONHEÇA E RECOMPENSE
Independente do setor ou ramo de atividade, o grande
dilema das organizações é alcançar e manter
resultados positivos e consistentes. Além de planejamento e
metas claras, a melhoria do desempenho está diretamente relacionada
ao comprometimento e o desempenho da equipe. E, neste contexto, a
tríade “motivar, reconhecer e recompensar” merece
destaque.
Sem motivação não há aumento
expressivo de produtividade, nem tampouco resultados excepcionais.
Um bom exemplo é a formação da equipe de futebol
para competir na Copa do Mundo. A paixão pelo esporte e a determinação
em buscar os melhores resultados embalam equipes do mundo todo. Assim
como nas seleções, é preciso despertar o sentimento
de desafio, incentivar a capacidade de superação e enfatizar
a conquista e sensação de realização.
Aqueles que ainda não perceberam que o sucesso
de um time depende da motivação estão patinando
em estratégias vazias. Se o discurso da empresa está
calcado apenas no planejamento e no atingimento de metas, é
preciso incorporar a alma nas ações com uma pitada de
estímulo. Se o único incentivo que dispõe é
o salário no final do mês, certamente, o profissional
vai produzir de acordo com o que ganha. Agora, se há motivação
e reconhecimento, o profissional vai vestir, com orgulho, a camisa
da empresa.
Para auxiliar neste processo, a comunicação
interna ou endomarketing tornam-se imprescindíveis, principalmente,
quando estão atrelados à valorização do
quadro efetivo. Comprometer o público interno é algo
genial e, hoje em dia, uma das formas eficazes de motivação.
Vale ressaltar que o gestor deve identificar os anseios
de sua equipe e, por meio de campanhas motivacionais e treinamentos,
ajudar a melhorar o desempenho dos colaboradores. O gestor tem que
destacar a competência de cada profissional, assim como em um
time de futebol, no qual cada posição tem o seu valor
e um não funciona sem o outro - ainda mais se estiverem sem
entrosamento.
Claro que manter equipes inteiras motivadas, comprometidas
e empenhadas, não é uma tarefa fácil. Por isso
mesmo que os técnicos de futebol são alvos de críticas
ferrenhas. Se o objetivo é melhoria de desempenho, aumento
da qualidade e fidelização das equipes internas podemos
afirmar que motivar, reconhecer e recompensar é a receita perfeita
para desenvolver o que empresa tem de mais importante: o capital humano.
Fonte: Hsmglobal.com
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