CARGA TRIBUTÁRIA DEVE BATER RECORDE DE 34,7% DO PIB.

A carga tributária brasileira voltou a subir e deverá bater o recorde de 2008, depois de ter recuado no ano passado. Em 2010, a soma de todos impostos, taxas e contribuições pagos pelas empresas e cidadãos aos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) deverá representar 34,7% do Produto Interno Bruto (PIB), com alta de um ponto porcentual em relação a 2009 (33,7%). Em 2008, a carga foi de 34,4%.


As informações são de um estudo do consultor na área fiscal Amir Khair. Para projetar a carga tributária de 2010, Khair usou como base a arrecadação até maio e considerou um crescimento de 7% para o PIB, estimado em R$ 3,565 trilhões. Os valores de 2009 foram atualizados com a aplicação de uma correção de 6% (composto, em 70%, pelo IPCA e, em 30%, pelo IGP-DI). A metodologia de cálculo é a mesma usada pela Receita Federal.

O aumento da carga neste ano pode ser explicada, basicamente, pelo crescimento da economia, que faz ampliar a base de tributação. Da mesma forma, em 2009, a arrecadação caiu por causa dos efeitos recessivos da crise financeira mundial. Quando o ambiente de negócios é favorável, as empresas não apenas faturam e lucram mais, como também empregam mais pessoas e pagam salários mais altos. Nesse cenário, mesmo sem aumento de alíquotas, o governo arrecada mais.

"Sempre que a economia passa por forte crescimento, como está ocorrendo este ano, o lucro das empresas e a massa salarial crescem acima do PIB", diz Khair. "Consequentemente, a arrecadação também cresce mais que a economia como um todo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: AE Agencia Estado

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MARANHÃO TERÁ CONGRESSO INTERNACIONAL TRABALHISTA

Fonte: Consultor Jurídico

A sétima edição do Congresso Internacional de Direito do Trabalho será, em agosto deste ano, no Maranhão. O TRT maranhense reunirá durante três dias, em São Luís, estudiosos do Direito. Segundo a presidente do TRT-MA, desembargadora Márcia Andrea Farias da Silva, esta é uma oportunidade de qualificação para todos os profissionais do Direito e pessoas que têm interesse em discutir temas relacionados à área. O congresso vai acontecer no Centro de Convenções Pedro Pedro Neiva de Santana, no bairro Cohafuma, em São Luís.

O congresso tem a parceria da Associação dos Magistrados do Trabalho (Amatra XVI), e vai trazer conferencistas nacionais e internacionais para debater sobre o tema “Trabalho na Pós-Modernidade”.

A expectativa é reunir 1.500 pessoas. Há magistrados, membros do Ministério Público, advogados, professores universitários e acadêmicos de Direito, entre outros profissionais, interessados em discutir temas relacionados ao Direito.

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VOCÊ SABE FAZER NETWORKING?

Fonte: Hsmglobal.com

Vamos começar imaginando uma cena que acontece com muita gente. Subitamente você recebe uma ligação de um amigo que há muitos anos não fala com você. A conversa começa com algo do tipo “Há quanto tempo! Você sumiuuuuuu...”. Bem, você “não” sumiu – seu endereço, seu telefone e seu e-mail continuam os mesmos. Você continua frequentando os mesmos lugares. Qualquer um que quisesse lhe encontrar, a qualquer momento, saberia onde e como.

Você dá “corda” para o amigo, e ele segue falando. Relembra eventos dos “velhos tempos”, pergunta se você ainda mantém contato com os colegas de antigamente. Quando chega o momento adequado, ele dá o “bote”. Conta que está com problemas, possivelmente desempregado, e está procurando ajuda. Quem sabe uma indicação para um novo emprego?

Bem, o que vimos aqui é um exemplo de como “não” fazer networking. Tenho certeza que muitas pessoas que estão lendo isso já se viram na situação descrita. Algumas outras podem ainda ter participado de uma cena parecida, na embaraçosa situação do “amigo” que só se lembra dos outros quando precisa de alguma coisa.

Fazer networking não é apenas conhecer pessoas e trocar cartões. Um networking vencedor deve ser cultivado de forma muito cuidadosa. Networking é sobre pessoas e relacionamentos, e é um grande equivoco tratar seu networking como aquela coleção de figurinhas da infância, que fica guardada em alguma caixa empoeirada que você só abre em momentos de “surto nostálgico”.

A rigor, não existem regras para se fazer um bom networking, mas se fosse para elencar uma “regra principal” do networking vencedor, diria algo como “faça antes de precisar”. Aproveite os momentos em que as coisas caminham bem e a maré está favorável para desenvolver relacionamentos e cultivá-los. Faça o que puder para conhecer pessoas novas e interessantes, que possam representar oportunidades futuras, mas se esforce ainda mais em cultivar o networking que já tem. Mantenha contato com essas pessoas, interesse-se por elas (no sentido de ser “interessado” e não “interesseiro”) e faça um grande favor a si mesmo: Jamais coloque-se na situação constrangedora de ser a pessoa que lembra dos “amigos” apenas quando está em dificuldades.

Uma boa dica para pessoas que querem fazer um networking vencedor é começar com um inventário dos contatos, amigos e colegas. Antes de procurar conhecer novas pessoas, é interessante tentar fazer algo com aquilo que já temos à mão. Há quanto tempo você não dá um “alô” para seus contatos? Ligar de vez em quando ou mandar um e-mail (um e-mail pessoal, por favor, nada de e-mails coletivos com mensagens “bonitinhas” ou as infames “correntes”) é uma medida muito salutar.

Geralmente as pessoas costumam gostar quando damos demonstrações de interesse. Melhor ainda quando não pedimos nada em troca ou insinuarmos alguma intenção oculta. Se dermos, periodicamente, uma demonstração de interesse para essas pessoas, certamente será muito mais fácil conseguir algo delas no futuro caso realmente precisemos. Pequenas atitudes como essas fazem com que estejamos presentes na memória de curto prazo das pessoas. Será muito mais fácil sermos lembrados quando elas ficarem sabendo de alguma oportunidade que não interessa para elas, mas elas sabem que seria a oportunidade “da sua vida”.

Não tem uma lista de contatos? Ou sua lista é muito pequena? Nesse caso é uma boa pedida investir um pouco de tempo e esforço em conhecer gente nova. Frequentar eventos de interesse de profissionais de sua área, cursos ou mesmo eventos sociais absolutamente despretenciosos. Vale tudo. Em qualquer lugar é sempre possível encontrar pessoas interessantes, mas sempre observando a regra de “fazer antes de precisar”.

Deixar para fazer sua rede de contatos quando se está “na pior” é contraproducente. Geralmente quem está na posição de querer algo e não poder contribuir com nada em troca acabará ingressando em redes sociais de baixo nível. Comece a fazer sua rede de contatos e, principalmente, a cultivá-la agora. Não espere o momento em que vai precisar dela.

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10 RAZÕES PARA NÃO TEMER A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Desde que nascemos, enfrentamos vários desafios: aprender a andar, a ler e escrever, a sair sozinho, a ingressar numa universidade. Em todas essas e outras fases, o ser humano é constantemente submetido a avaliações mesmo que não se der conta. Quando assumimos um cargo em uma organização, é mais do que comum que a nossa performance seja analisada. O problema é que muitos consideram a avaliação de desempenho como uma porta, um caminho para ser desligado da empresa, perder a chance de assumir uma função mais elevada e até mesmo sofrer algum tipo de retaliação. Essas reações são comuns na nossa cultura, afinal o trabalhador brasileiro não foi acostumado associar um processo de avaliação a uma chance de desenvolvimento. Por isso, o medo ou o receio permanecem. Mas, é possível reverter essa realizada através da forma como a avaliação de desempenho é apresentada ao funcionário. São fundamentais as participações dos gestores e dos profissionais de Recursos Humanos, para que o processo não seja mais considerado um "bicho papão". Abaixo, seguem algumas dicas para fazer o processo transcorra normalmente e com êxito.

1 - Como em todo processo que traz novidades, as pessoas sentem-se receosas diante do desconhecido. E quando sabem que terão seu desempenho avaliado, podem entrar em processo de "curto circuito". Por essa razão, manter uma comunicação clara com os colaboradores é fundamental e cabe à alta direção - através dos canais oficiais da empresa - fazer um comunicado oficial, para que todos tenham ciência de que o processo não será aplicado de forma aleatória.

2 - Cabe ressaltar que logo após a comunicação oficial da diretoria, os gestores devem entrar em cena para tranquilizar os membros de sua equipe. No entanto, as lideranças devem ser preparadas para fortalecer o processo de avaliação e acontecerá se os gestores receberem um treinamento prévio, afinal eles serão condutores fundamentais para o êxito do processo.

3 - Realizada a comunicação da diretoria é chegado o momento do gestor conversar com os membros da sua equipe, para explicar como todo o processo será realizado. Cabe muito bem aqui a realização uma reunião com os liderados. Esse momento deve ser bilateral, ou seja, o líder deve falar e abrir espaço para que os demais tirem suas dúvidas por mais simples que seja,

4 - A área de Recursos Humanos deverá sempre estar atenta, pois poderá ser solicitada a dar respaldo aos líderes a qualquer momento. E mesmo que o profissional de RH não seja procurado pelas lideranças, cabe à área acompanhar o processo e identificar os pontos que precisam ou não ser aprimorados.

5 - A avaliação de desempenho não deve ser considerada uma ferramenta de perda, mas sim de ganho para todos os profissionais e, consequentemente, para a empresa. Os profissionais precisam ver que essa ferramenta de Gestão de Pessoas é, muitas vezes, um caminho para que ele desenvolva novas competências sejam essas técnicas ou comportamentais.

6 - Ao manter uma conversa individual com cada colaborador da sua equipe, o líder deve enfatizar que ser avaliado será positivo para sua carreira. Por quê? Porque ao identificar os pontos fortes e aqueles que ele precisa desenvolver, o profissional terá reais chances de desenvolvimento e de ascensão na empresa.

7 - Avaliação de desempenho não é sinônimo de demissão. Isso deve ser explicado, pois quando um funcionário tem a sua performance analisada, ele consegue suprir os gaps. O profissional passa a conhecer, de fato, o que a organização espera dele e, assim, atender e até mesmo superar as expectativas dos seus superiores.

8 - É através da avaliação de desempenho que o funcionário recebe um feedback do gestor sobre as atividades que estão sob sua responsabilidade. Vale aqui uma observação: feedback não "puxão de orelha". Dependendo da forma como a liderança chega ao liderado, o processo de avaliação poderá transformar-se em um momento de terror. Nessa etapa, valerá muito o aprendizado que o líder agregou no treinamento que o preparou para dar suporte a todo o processo.

9 - A avaliação de desempenho não deve apenas ter começo e fim. O processo precisa de um "meio". Quando o profissional é avaliado e precisa desenvolver novas competências, é comum que no transcorrer dos meses seguintes ele se depare coma alguma dificuldade para trabalhar uma competência que foi sinalizada no início do processo. Por essa razão, o gestor e a área de Recursos Humanos servirão de suporte para o profissional avaliado.

10 - Já que a avaliação de desempenho objetiva o crescimento do profissional, cabe ao gestor elaborar conjuntamente com o liderado o famoso PDI - Plano de Desenvolvimento Individual. Nunca um mesmo plano de desenvolvimento poderá ser aplicado como se fosse uma receita de bolo. Se as pessoas possuem suas individualidades, logicamente suas necessidades de desempenho serão diferenciadas.

Fonte: Rh.com.br

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A ARTE DE DELEGAR

Muitos líderes ficam com pouco tempo para suas tarefas importantes pois são, de certa forma, centralizadores. Acabam por fazer tarefas que poderiam perfeitamente ser delegadas, mas muitas vezes não o fazem com medo de que a ação adotada não seja tão eficaz quanto seria se realizada por ele.
Em sua grande maioria, ele está certo, ele executaria uma tarefa melhor que o seu liderado, porém o tempo ganho ao delegar pode ser mais importante. Ao delegar responsabilidades, o líder cria um time de pessoas confiáveis e competentes. Para isso é necessário ter a coragem de delegar para que o outro aprenda, cresça e que no futuro possa assumir tarefas que exijam mais responsabilidade e competência, mesmo sabendo que existe o risco da ação não ser feita de modo tão eficaz nas mãos do seu liderado.
Delegar é melhor que centralizar, que geralmente implica na estagnação da motivação na empresa. Delegar é ganhar poder, pois nos conduz para fora do atoleiro infindável das ações de rotina e permite se dedicar a ações de liderança mais amplas.

O que facilita a delegação?
Quando a missão, visão, valores e estratégias da empresa são conhecidas, quando os objetivos da área e de cada projeto estão claros, quando as normas e procedimentos são bem compreendidos entre os envolvidos e quando a organização pratica a liderança participativa e os colaboradores adotam a postura correspondente.

Quais as vantagens de delegar?
- Possibilitar ao líder mais tempo disponível para reflexão, planejamento, coordenação, avaliação, criatividade e redução da pressão de tarefas rotineiras, que exigem menos a sua intervenção direta.
- Estimular as pessoas a assumirem maiores responsabilidades.
- Descobrir novas capacidades entre os liderados, colocando-os a serviço do grupo, dando-lhes oportunidade para o desenvolvimento pessoal.
- Formar profissionais capazes de agir por conta própria em emergências ou quando o líder não está presente.
Podemos perceber esse fato, ao recordamos da maior crise de acidente aéreo da história da aviação civil em nosso país. Não foi o presidente da Gol que tomou frente as decisões na época e sim o então vice-presidente Barioni que cumpriu a risca na ocasião o que estava determinado no manual de gerenciamento de crise da companhia.
Constantino Junior, presidente da Gol garantiu em entrevista que não se isentou dessa crise, porém permitiu que o vice tomasse as decisões enquanto assumia o papel de “fiador institucional”, fechando a aquisição da Varig e olhando o futuro.

Recomendações ao delegar:
- Faça uma lista das funções que se repetem sempre no seu trabalho.
- Verifique quais são as tarefas que você se sente menos qualificado ou que tem menor afinidade.
- Decida quais podem ser transferidas para seus liderados.
- Verifique, entre seus liderados, quem tem disposição suficiente e condições mínimas para assumir tais tarefas.
- Dê ao liderado todas as condições para que ele, de fato, seja bem sucedido.

Cuidados a serem tomados na hora de delegar:
- Não distribuir aleatoriamente a carga de trabalho e sim verificar a pessoa certa com competência para a função.
- Não delegar pouco tempo para conclusão da tarefa.
- Comunicar claramente o resultado desejado.
- Emitir o máximo de informações necessárias para a execução da tarefa.
- Marcar uma data para a conclusão.
- Monitorar periodicamente a evolução.
E não menos importante, vale lembrar que o bom comunicador não é aquele que fala bem e sim aquele que tem a certeza de saber que o que foi dito por ele foi bem entendido por quem ouviu.
Portanto, ao delegar, lembre-se de fazer perguntas de verificação para ter certeza de que foi bem compreendido, procure delegar também por escrito para evitar dúvidas e se puder peça ao liderado que explique o que entendeu. Vale mais a pena investir um tempo maior nesse processo do que fazer você mesmo tarefas que muitas vezes roubam o seu tempo e poderiam ser executadas por outros.
Fonte: Hsmglobal.com

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OS CINCO PRINCIPAIS GOLPES DE MÍDIAS SOCIAIS

O homem é um ser social, e sites como o Twitter e Facebook se aproveitaram desse fato com enorme sucesso. De acordo com a diretora operacional do Facebook, Sheryl Sandberg, o site atrai 175 milhões de usuários todos os dias.

Porém, toda essa popularidade tem também um lado negro. Os criadores de vírus e outros criminosos on-line vão onde o lucro estiver, e isso inclui os populares sites de mídia social. Para ajudá-lo a evitar um golpe ou uma infecção por vírus, criamos uma lista dos cinco principais golpes de mídia social.

Nº. 5: Correntes
Você provavelmente conhece essa modalidade: as temidas correntes estão de volta. Elas podem aparecer de diferentes formas, como "Retweet para que Bill Gates doe 5 milhões de dólares para instituições de caridade!" Mas espere aí, vamos pensar um pouco sobre isso. Bill Gates já faz muito por várias instituições de caridade. Por que ele esperaria por algo desse tipo para agir? Resposta: Ele não esperaria. Tanto a causa como a solicitação são falsas.

E por que alguém publicaria isso? Boa pergunta. Poderia ser algum engraçadinho procurando fazer piada ou um propagador de spam procurando "amigos" para que possa atacá-los mais tarde. Várias pessoas bem intencionadas repassam essas informações falsas para outros. Quebre a corrente e informe-os sobre a provável mentira.

Nº. 4: Roubo de dinheiro
A própria natureza dos sites de mídia social faz com que eles propiciem o contato permanente com nossos amigos e ainda facilitem o encontro de amigos novos. Mas o que sabemos de verdade sobre esses novos "amigos"? Aquele indivíduo com a foto atraente que acabou de se mostrar muito simpático com você - e que de repente precisa de dinheiro - é provavelmente um criminoso on-line em busca de dinheiro fácil. Pense duas vezes antes de agir. Aliás, essa recomendação vale também para as pessoas que você conhece.

Pense bem: você acaba de receber uma solicitação urgente de um de seus amigos verdadeiros, que "perdeu a carteira nas férias e precisa de dinheiro para voltar para casa". Você, sendo o amigo leal que é, envia o dinheiro imediatamente de acordo com as instruções do seu amigo. Porém, tem um problema: seu amigo nunca lhe enviou nenhuma solicitação. Ele inclusive nem está sabendo de nada. O computador do seu amigo, infectado com malware, roubou todos os seus contatos e enviou um e-mail falso a todos, esperando para ver quem morderia a isca.

Por isso, pense duas vezes antes de agir. Ligue para o seu amigo. Avise-o sobre a solicitação e confira se é mesmo verdadeira. Em seguida, verifique se o seu computador também não foi infectado.

Nº. 3: Cobranças ocultas
"Que personagem do STAR WARS você é? Descubra no nosso teste! Todos os seus amigos já fizeram o teste!" Ah, isso parece interessante, e assim você insere suas informações e número do celular, conforme instruções. Após alguns minutos, você recebe um torpedo. Aparentemente você está mais para Yoda do que para Darth Vader. Muito interessante, mas nem tanto quanto sua próxima conta do celular. Você acaba de, inadvertidamente, assinar um serviço mensal duvidoso que o cobrará $9,95 dólares por mês.

Como ficou claro, aquele serviço "gratuito e divertido" acabou não sendo nem um, nem outro. Fique atento a essas ciladas e vire o jogo. Elas se desenvolvem perfeitamente em sites de mídia social.

Nº. 2: Solicitações de phishing
"Alguém publicou essas fotos de você bêbado nesta festa animada! Dê uma olhada aqui!" Hein? Eu tenho que ver essas fotos! Você imediatamente clica no link, que o leva à sua página de login do Twitter ou Facebook. Lá você insere as informações da sua conta e... pronto! Um criminoso on-line agora tem o controle total da sua conta.

Como foi que isso aconteceu? Tanto o e-mail como a página de login eram falsos. Aquele link no qual você clicou o levou a uma página que apenas se assemelhava ao seu site de mídia social. Isso se chama phishing, e você acaba de ser fisgado. Para prevenir isso, verifique se a sua segurança na Internet inclui defesas antiphishing. Vários programas gratuitos não incluem essa proteção essencial.

Nº. 1: URLs ocultos
Fique atento para não clicar indiscriminadamente em URLs que tenham sido encurtadas. Você verá esses links em todo lugar no Twitter, mas nunca saberá onde estará indo, uma vez que o URL (em outras palavras, o endereço na Web) oculta a localização completa. Um clique nesses links pode direcioná-lo ao site que deseja acessar ou a outro site que poderá instalar vários tipos de malware no seu computador.

Os "encurtadores" de URLs podem ser muito úteis. Porém, fique atento às ciladas e certifique-se de ter proteção em tempo real contra spyware e vírus.

Conclusão: Todo site que atrair um grande número de visitantes atrairá também algum elemento criminoso. O Norton Internet Security oferece a proteção abrangente de que você precisa para se defender contra todos esses perigos. Com ele, você pode navegar com confiança.

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10 RAZÕES PARA INICIAR AGORA SEU PLANO DE MARKETING JURÍDICO

O mercado, os concorrentes e os clientes podem aguardar. O único que não pode mais esperar a profissionalização do seu escritório é você!
Ari Lima

A importância da implantação de um plano de gestão e marketing nos escritórios de advocacia está se tornando uma unanimidade. Mais do que isso, tornou-se crucial para garantir o sucesso de uma banca jurídica. A maioria dos profissionais que participam de nossos treinamentos e consultoria, desde advogados com alguns anos de militância no setor, até jovens recém-saídos da universidade concordam com a relevância de se ter um plano de negócios para gerir suas carreiras e escritórios. Apesar disso, poucos são os que realmente conseguem transformar esta convicção numa atitude prática.

Em função da falta de ação de muitos advogados, e com o objetivo de ajudá-los a assumir uma atitude, tomando uma decisão imediata, apresentamos um conjunto de dez razões para motivá-los a desenvolver seu plano de marketing jurídico, agora mesmo. Já foi dada a largada para a corrida pelas melhores oportunidades de mercado e quem não se antecipar acabará ficando para trás. Vamos às razões:

• Razão 1 - um plano de marketing jurídico é como uma “receita de bolo”: pode ser elaborado em pouco tempo e seu conteúdo, na maioria das vezes, é formado por idéias práticas e de fácil aplicação. Portanto, comece agora!

• Razão 2 – o tempo corre contra você e seu negócio. Quanto mais rápido implantar seu plano de marketing jurídico, mais rápidos serão os resultados alcançados. O que você está esperando?

• Razão 3 – você tem inúmeros concorrentes promovendo as respectivas carreiras e negócios no mercado, através da publicação freqüente de artigos, desenvolvimento de parcerias, utilização de networking e outras ações de marketing. Você está ficando para trás. Não espere mais!

• Razão 4 – marketing jurídico é hábito. É preciso tempo para se acostumar à nova maneira de agir na condução de seu escritório. Portanto, comece logo!

• Razão 5 – um plano de marketing jurídico gera novas oportunidades de negócios e novas oportunidades de negócios significam mais dinheiro e prosperidade para sua banca. Então, aja agora!

• Razão 6 – um plano de marketing jurídico pressupõe que você conquistará outros ciclos de amizade. Isso dará nova perspectiva de prazer e satisfação a sua vida pessoal e profissional. Mexa-se!

• Razão 7 – o plano de marketing jurídico traz reconhecimento social pelos anos de esforços, estudos e trabalho, ajuda a construir sua reputação profissional e a promover a marca do escritório no mercado. O que está esperando?Aproveite essa chance!

• Razão 8 – você obterá maior controle sobre seu negócio, previsibilidade sobre as condições financeiras e crescimento a médio e longo prazo, além de estabilidade patrimonial com a implantação do plano de marketing jurídico. Então, siga em frente!

• Razão 9 – a implantação do plano possibilita sua visibilidade no mercado que atrairá advogados talentosos para participar de sua equipe, além da possibilidade de muitas parcerias com diversos outros profissionais, dentro e fora do setor jurídico, gerando um “ciclo virtuoso” para o seu negócio. Apresse-se!

• Razão 10 – a realização profissional traz uma sensação de satisfação. É algo inexplicável, como conquistar o cume do Everest. Porque você não tenta iniciar agora esse desafio pessoal e profissional? Mas é preciso dar o primeiro passo. Decida-se imediatamente!

Esperamos que estas boas razões tenham conseguido convencê-lo de tomar uma atitude para iniciar seu plano de gestão de negócios. Vejamos o que significa um plano de marketing jurídico:

Em geral, um plano de marketing jurídico é fácil de ser implantado e pode ser desenvolvido a baixo custo, ou seja, está ao alcance de toda banca jurídica ou de jovens advogados que acabam de ingressar no mercado. Na verdade, trata-se de um conjunto de ações e ferramentas que, utilizadas em conjunto, ajudam a promover a carreira e os negócios do advogado.

Parte do plano de marketing jurídico é o desenvolvimento de competências pessoais do profissional, aqueles atributos que fazem parte de seu comportamento e que podem ter impacto positivo em sua atuação profissional. Qualidades como capacidade de automotivação, liderança, criatividade, estabilidade emocional, capacidade de produzir conhecimentos, comunicação e relacionamento interpessoal e capacidade de sonhar, ou seja, de focar e perseguir objetivos, são atributos essenciais que precisam ser desenvolvidos e incorporados à carreira profissional.

Também faz parte do plano de marketing jurídico a aplicação de ferramentas para captação de clientes, como a construção de uma rede de relacionamentos e de parcerias e a utilização da internet como plataforma para interagir e captar cliente. Outras ações são a utilização de cartões de visitas de maneira dinâmica, a criação de um sistema de relações públicas para a construção da marca do escritório, e muitas outras ferramentas que certamente ajudarão a promover sua carreira e sua imagem de advogado.

O mercado de consultoria, hoje, no Brasil, dispõe de excelentes consultores especializados em marketing jurídico que podem prestar consultoria e treinamento para implantação do plano, tanto por meio de reuniões e aulas presenciais, como à distância, via internet, através de teleconferências.

Com isso, quero dizer que a orientação para a implantação desses conceitos está disponível para advogados em todas as localidades do Brasil, bastando apenas a tomada de decisão de implantar esses conceitos em sua carreira e em seu escritório de advocacia.

É verdade que, até há alguns anos atrás, quando os primeiros consultores começaram a trazer a idéia do marketing direcionada à advocacia, havia muita resistência a esses conceitos, em função do temor de ferir o código de ética da Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, que impunha severas limitações à utilização de propaganda e marketing no setor jurídico.

É preciso esclarecer que o “marketing jurídico” está de acordo com as regras do código da OAB. Além disso, com as distensões trazidas pelo Provimento 94/2000, comentadas no livro Marketing Jurídico (Editora Juruá, 2008) do consultor Rodrigo Bertozzi, um dos pioneiros na implantação do marketing jurídico no Brasil, fazem com que esses conceitos venham sendo cada vez mais aceitos e praticados no setor.

Muitas das ações pregadas no marketing jurídico são praticadas há décadas pelos grandes e modernos escritórios de advocacia que têm alcançado grande progresso, em particular nos últimos dez a quinze anos, através da profissionalização e implantação de gestão moderna, utilizando conceitos e ações de marketing adaptados ao setor jurídico.

Vale lembrar, ainda, que várias ações e sugestões apresentadas em nosso programa de marketing jurídico foram e vêm sendo praticadas por ilustres e grandes advogados do passado e do presente como Rui Barbosa, Miguel Reale, Pontes de Miranda e Ives Gandra Martins, entre outros.

Todos esses conceitos e ações precisam estar “amarrados” em um planejamento coerente, ou seja, ao seu “plano de marketing jurídico”.

Ao iniciarmos uma empreitada, precisamos de motivação para realizar tarefas difíceis e para enfrentar desafios. Implantar um plano de marketing jurídico é um grande desafio, principalmente pelo desconhecido. O advogado deve se preparar para viver momentos de “pura adrenalina” ao deixar sua zona de conforto e ser colocado diante de situações inusitadas. Mas todo esse desafio se justifica pela sensação de vitória e de sucesso que certamente será alcançado ao final dessa jornada. Boa sorte!


Ari Lima

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10 MANDAMENTOS DO MARKETING PESSOAL

Por que ótimos profissionais não conseguem ser promovidos? O profissional em questão faz tudo certo, mas esquece de algo muito importante, um detalhe crucial... O Marketing Pessoal!

Marketing é o conjunto de ferramentas que uma empresa tem para alavancar seu produto, serviço ou imagem. Marketing pessoal são as mesmas ferramentas só que para uso em beneficio da própria carreira. É a habilidade que o profissional tem de aparecer sem ser chato e de chamar a atenção da chefia sem ser um puxa-saco.

É saber lidar com situações difíceis, sem criar uma mais difícil!

Um bom exemplo é o do garçom, quando não precisamos dele, mas o olhamos, ele nunca está olhando para nós, mas é fatal que quando precisamos dele, nós não precisamos fazer muita coisa, ele mesmo com toda a sua experiência em observação, nos atende de imediato.

Bom, listarei aqui os 10 mandamentos do Marketing Pessoal.

O primeiro deles é a Liderança que se resume em ter a habilidade de influenciar o próximo, seja por persuasão ou pela própria confiança que ele transparece a todos - o que é diferente do famoso "gerentão", que apenas sabe mandar, assumir os créditos, não consegue ouvir uma única pessoa e tem uma dificuldade enorme para aceitar os próprios erros.

O segundo é a Confiança que, geralmente, é aquela pessoa na qual buscamos segurança, conforto nas palavras, esperança e admiração. Podemos sempre contar com ela.

O terceiro item é a Visão é um dos mais importantes, quase sempre é aquele que entende o que está fazendo e porque está fazendo, sugerindo pequenas mudanças para melhorar o próprio trabalho ou o dos colegas. Consegue pensar em táticas e estratégias para se ter não só o GRANDE contrato, mas como também ter os pequenos pingados. Às vezes, é melhor ter 10 clientes pagando 100 reais do que esperar pela oportunidade de em um cliente ganhar mil reais.

O quarto é ter o Espírito de Equipe. É oferecer ajuda aos colegas sem ser solicitado. É visar sempre pelo melhor do próximo e claro do ambiente de trabalho.

Antes de irmos para o quinto Mandamento do Marketing Pessoal, deixo-lhes uma questão:
Você acredita ter o espírito de equipe? Por quê?

Depois de respondido, vamos ao quinto item que é a Maturidade, onde às vezes nos pegamos realizando certas atitudes um pouco quanto infantis, criando sempre um ar de irresponsabilidade e imaturidade, e ainda pensamos que somos "Adultos". Um ponto da Maturidade é saber solucionar conflitos, sem criar mais conflito. É analisar cada situação, tentar compreendê-la e tomar uma atitude consciente e sabia.

A Integridade é o nosso sexto item, onde mostra o profissional fazendo o seu trabalho sem prejudicar outra pessoa. É ambicioso, mas não ao ponto de atropelar quem estiver pela frente para alcançar o objetivo.

Não podemos esquecer também da Visibilidade que é o nosso sétimo ponto. Quando falo em Visibilidade quero dizer em ter visão do futuro que almeja, pois saber aonde quer chegar com a carreira é muito importante. Notei inúmeras vezes que sempre aquele funcionário que era o primeiro a levantar a mão mostrando força de vontade, "ligado" na empresa e nos seus acontecimentos geralmente acabava sendo um supervisor, diretor e até mesmo presidente da empresa.

Nosso oitavo item é a Empatia. Criar situações agradáveis no ambiente social é muito importante principalmente no convívio profissional aonde reconhecer o trabalho dos outros e elogiá-los é, além de tudo, gratificante para a pessoa elogiada e ótimo para sua imagem pessoal, mostrando interesse pelo trabalho dos outros.

Se eu não falasse do nosso nono item o Otimismo, com certeza este artigo não seria meu. O Otimismo é algo pessoal e interno. Ele tem que desabrochar do nosso peito de uma forma inovadora. Temos que sempre tentar nas piores situações enxergar um ponto positivo. Saber lidar com os erros e aprender que, por mais difícil que seja o desafio ou mesmo o momento, ele não é o fim do mundo.

Quantas vezes você não quis jogar tudo para o alto e não jogou? Pergunte-se: por quê?

E, claro, sem a nossa décima questão nem chegaríamos ao final deste artigo, a Paciência! Há um amigo que sempre diz "A paciência é uma virtude. Ela é apenas para poucos!". Acredito que a Paciência é algo para todos, mas claro, muitos já nascem com ela aflorada e outros têm que aprender a controlá-la, pois ela pode acabar lhe prejudicando, caso você não a domine.

Espero ter auxiliado, mais uma vez, e não se esqueça: o sucesso está em suas mãos. Acredite!

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CONSELHO GARANTE ISENÇÃO FISCAL SOBRE DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS

Laura Ignacio, de São Paulo

Os contribuintes conquistaram um importante precedente contra a cobrança de contribuições previdenciárias sobre pagamentos de participação nos lucros e resultados (PLR). Por nove votos a um, a Câmara Superior de Recursos Fiscais - instância máxima do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) - anulou um auto de infração milionário aplicado contra a construtora Andrade Gutierrez. Os conselheiros entenderam que a companhia cumpriu os requisitos exigidos pela Lei nº 10.101, de 2000, que regulamenta o assunto. Por isso, os pagamentos não poderiam ser entendidos como verbas salariais, como alegava o Fisco.

A Lei nº 10.101 garante isenção de contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) sobre valores distribuídos a título de participação nos lucros. Mas exige que, por meio de uma comissão com representantes das duas partes ou por um acordo coletivo, sejam estabelecidos metas, resultados e prazos a serem alcançados nas empresas.

O programa de participação nos lucros da Andrade Gutierrez foi instituído por meio convenção coletiva. Ficou pactuado que o pagamento estaria condicionado ao cumprimento de metas por unidade produtiva e pelos empregados que nela trabalhassem. O Fisco, porém, alegou que a convenção não trazia parâmetros seguros, de modo que os valores pagos teriam natureza salarial. Sendo assim, a empresa deveria recolher as contribuições previdenciárias. A fiscalização exigiu ainda que os valores fossem incluídos no salário de contribuição, uma vez que nem todos os empregados da construtora receberam PLR.

No início de março, o caso foi a julgamento e a Câmara Superior considerou válido o programa de PLR da construtora. A decisão é considerada um importante precedente para os contribuintes. O escritório Souza, Schneider, Pugliese e Sztokfisz Advogados, por exemplo, está acompanhando vários casos similares. "Muitos autos de infração têm sido lavrados para desqualificar o pagamento de PLR", diz o advogado Igor Nascimento de Souza.

Para o procurador da Fazenda Nacional, Paulo Riscado, o problema está na forma como o plano de metas é elaborado. Ele explica que, para fixar a PLR, a empresa tem que definir metas, que devem ser atingidas por ela e pelos trabalhadores. "No caso julgado, a empresa não apresentou dados suficientes para a fiscalização", afirma.

De acordo com o procurador, ao autuar a Andrade Gutierrez, o Fisco tinha concluído que não era possível saber se as metas eram auferíveis. Hoje, segundo Riscado, são muitos os casos que tramitam no conselho envolvendo participação nos lucros e resultados. "A questão é diferenciar o que é distribuição de lucro e o que não é, que pode ser considerado verba salarial", diz.
A decisão favorável à Andrade Gutierrez pode fazer com que outras empresas autuadas também consigam encerrar a discussão sobre a incidência de contribuições previdenciárias na PLR na esfera administrativa, sem ter que recorrer ao Poder Judiciário. Em 2006, o Fisco começou a autuar as empresas. E com a criação da Super-Receita, que unificou as arrecadações tributária e previdenciária a partir de 2007, o número de multas cresceu exponencialmente.

De acordo com advogados, as empresas estão conseguindo vencer os processos, mas como ainda não há entendimento consolidado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) permanece o risco de uma reviravolta.

Fonte: Valor Econômico

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ADVOGADOS DISCUTEM VIOLAÇÃO DO SIGILO PROFISSIONAL

"No Brasil, a luta pela criminalização das ofensas às prerrogativas profissionais dos advogados expressa o repúdio aos abusos praticados em matéria de investigação penal que atenta contra o sigilo profissional." O relato foi feito pelo criminalista Alberto Zacharias Toron durante o I Congresso Internacional de Advogados de Língua Portuguesa, que acontece em Lisboa até quarta-feira (24/3). Participam do congresso mais de 500 advogados de Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, e também da Associação dos Advogados de Macau.

Durante a palestra, Toron classificou a criminalização das ofensas às prerrogativas como um tema "espinhoso" e lembrou-se de leis que obrigam advogados a informarem sobre operações suspeitas de lavagem de capitais de seus clientes às autoridades. "Temos agora leis que corroem o sigilo profissional, impondo aos advogados ônus que não se conciliam com a natureza de suas atividades", indignou-se.

O advogado, que também é professor de Direito Penal da PUC-SP, ressaltou aos presentes que os assuntos tratados entre advogados e clientes é de natureza sigilosa e a doutrina aponta como bem jurídico ligado à liberdade individual e a intimidade do indivíduo: "É que os temas ali versados podem ir das mazelas pessoais e familiares a assuntos de segurança nacional, passando, entre outras, por intrincadíssimas questões negociais e societárias". Dessa forma, a violação sem justa causa implica necessariamente em crime em razão de danos que possa causar.

Ele chama atenção para o descumprimento da já existente Lei de Abuso de Autoridade, que poderia inibir e punir os responsáveis por violações das prerrogativas da classe. "A grande questão no Brasil não é a propalada criminalização das prerrogativas, mas sim a de saber o porquê da não-aplicação da já vigorante Lei de Abuso de Autoridade", afirmou. E continou: "Pensar que a promulgação de uma nova lei, por si só, venha a alterar o quadro é, para dizer o menos, muita ingenuidade ou exagerado otimismo".

Ao finalizar, declarou que "é ilusório supor que apenas com a previsão normativa se obviarão as dificuldades e os abusos". O Congresso está sendo marcado por temas polêmicos. Os limites éticos da profissão, buscas e apreensões, escutas telefônicas e a criminalização da violação do sigilo estiveram entre os temas tratados. Em cada uma das sessões plenárias será elaborada uma proposta de conclusões, que serão votadas na Sessão Plenária Final do encontro. As conclusões aprovadas assumirão a natureza de recomendações a cada uma das Associações ou Ordens de Advogados membros da União dos Advogados de Língua Portuguesa.

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OAB NACIONAL APROVA MUDANÇAS NO NOVO CPC

O presidente em exercício da Ordem dos Advogados do Brasil nacional, Marcus Vinicius Coêlho destacou que o novo Código de Processo Civil, em fase de elaboração pelo Senado Federal, apresenta vitórias para a classe ao assegurar a natureza alimentar dos honorários, definido como direito autônomo.

De acordo com o presidente, o novo CPC vai proibir a compensação de honorários. O advogado terá direito a honorários proporcionais, ou seja, se o cliente ganhar apenas metade do que postula, o advogado ganhará o valor proporcional. Também foi assegurado o direito a honorários nas execuções e nos pedidos de cumprimento de sentença, sejam ou não embargadas ou impugnadas. Havendo impugnação, o novo CPC vai prevê honorários adicionais porque o advogado terá um trabalho a mais na demanda.

Vinicius Coelho garantiu que a OAB está atenta para que o novo CPC contribua com “o processo célere, assegurador da ampla defesa e que proteja os direitos do profissional protetor dos direitos do cidadão, que é o advogado”.

No novo CPC, a parte será intimada para cumprir a sentença, pois a obrigação é exclusiva dela. “Tal regra afasta qualquer tentativa de fazer o advogado responsável solidário pela obrigação da parte”, afirmou. Marcus Vinicius destacou ainda mais duas conquistas da categoria: a fixação de honorários contra a Fazenda pública no percentual mínimo de 5% , evitando, segundo ele, o aviltamento da profissão e a possibilidade de percepção dos honorários pela sociedade da qual o advogado faz parte, com o mesmo tratamento da pessoa física.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Ordem dos Advogados do Brasil.
Fonte: Consultor Jurídico

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JUSTIÇA CONSIDERA MUDANÇAS NO SAT INCONSTITUCIONAIS

Arthur Rosa, de São Paulo

Os contribuintes conquistaram um importante precedente contra o Fator Acidentário de Prevenção (FAP), mecanismo adotado pela Previdência Social para aumentar ou reduzir as alíquotas de contribuição ao Seguro Acidente do Trabalho (SAT), com base nos índices de cada empresa.

O juiz da 1ª Vara Federal de Florianópolis, Gustavo Dias Barcellos, julgou procedente a ação proposta pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Santa Catarina (Sindesp- SC) contra as mudanças no cálculo do tributo, que entraram em vigor este ano. A sentença, uma das primeiras que se tem notícia, beneficia 28 empresas associadas à entidade.

O juiz considerou inconstitucional e ilegal o FAP. Ele entendeu que, embora o mecanismo esteja previsto em lei - artigo 10 da Lei nº 10.666, de 2006 -, coube a decreto e resoluções do Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) estabelecer a metodologia de cálculo, o que contraria a Constituição Federal e o Código Tributário Nacional (CTN). "O Fisco só pode exigir ou aumentar um tributo por meio de lei, assim como fixar alíquota e base de cálculo", diz o advogado Aluisio Guedes Pinto, da Guedes Pinto Advogados e Consultores, que defende a entidade. "O juiz entendeu que houve desrespeito ao princípio da estrita legalidade tributária."

Para o magistrado, a lei do FAP não cumpriu o dever de estipular a alíquota do tributo, "pois prevê apenas uma mera estipulação de balizas máxima e mínima dentro das quais há de vaguear o percentual efetivo - ficando este ao sabor dos critérios porventura adotados pelo administrador". O FAP varia de 0,5 a dois pontos percentuais, o que significa que a alíquota da contribuição pode ser reduzida à metade ou dobrar, chegando a 6% sobre a folha de salários.

A nova metodologia de cálculo do tributo está sendo contestada por várias empresas na Justiça, que reclamam de um aumento na carga tributária. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que, com o reenquadramento das 1.301 atividades econômicas previstas na legislação nas alíquotas do SAT - que variam entre 1% e 3% e levam em consideração estatísticas de acidentes de trabalho, gravidade dos acidentes e custos para a Previdência Social - e a aplicação do FAP, mais da metade das companhias do país passaram a pagar um valor maior de contribuição.
Fonte: Valor Econômico

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CRIATIVIDADE: UM DIFERENCIAL PARA AS EMPRESAS E OS TALENTOS HUMANOS

O meio organizacional tornou-se um campo de transformações constantes e desafiadoras. Isso faz com que tanto empresa quanto profissionais deparem-se com a realidade de se manterem atualizados com o que acontece no mercado e, acima de tudo, preparem-se para lidar com o inesperado e, consequentemente, encontrem soluções que deem uma guinada, um diferencial significativo ao negócio. Diante disso, cada vez mais, as empresas buscam talentos que estejam dispostos a lidar com o novo e apresentem alternativas que impactam positivamente na performance individual e das equipes.

Quem está diante de um mercado tão exigente destaca-se dos seus pares quando abre as portas da sua mente e deixa fluir a criatividade - uma competência muito cobiçada pelas empresas. Segundo o consultor organizacional Ernesto Berg, que participará do Seminário RH.com.br "Criatividade - Desperte e Valorize seu Talento", vivemos em uma época de constantes e aceleradas mudanças. As empresas e os profissionais que vão a reboque das transformações estão fadados ao fracasso. Os que aceitam as mudanças, criam e inovam dentro do novo contexto não apenas sobrevivem, mas, sobretudo, ditam as novas regras do mercado. "Criatividade e inovação estão entre os maiores diferenciais na Era da Competitividade e Globalização e, cada vez mais, mostrar-se-ão imprescindíveis no século XXI", complementa.

Para Berg, a criatividade está presente em todo ser humano, mas não necessariamente manifestada e no mesmo grau. Ele dá como exemplo a infância, onde é possível observar que toda criança é criativa. Contudo, a maioria das pessoas - seja pelas responsabilidades que assume ou pelos padrões sociais em que é obrigada a se inserir - vai perdendo ao longo da vida a espontaneidade e a capacidade de aprender e de se admirar com as coisas. Mas, como toda pessoa foi criança, cada indivíduo tem latente em seu interior a criatividade. A questão em si é a de despertá-la e novamente estimulá-la.
Há pessoas, continua Ernesto Berg, mais criativas do que outras em função de algumas variáveis como, por exemplo: o ambiente em que vivem e crescem; os estímulos que recebem na infância dos pais e dos preceptores; a convivência com situações de ambiguidade que exigem constantes soluções; a presença da curiosidade inata e a busca constante de novos parâmetros e desafios.
O que diz a neurociência - Outro consultor organizacional que está atento ao potencial criativo do ser humano e que também participará do Seminário RH.com.br é Tom Coelho. Graças à sua experiência adquirida no campo organizacional ele afirma com convicção que a criatividade é uma competência comportamental e como tal pode ser desenvolvida e aprimorada. Ao ser questionado sobre o valor do potencial criativo dos profissionais para as organizações, ele diz que não podemos controlar as mudanças. "Mas podemos provocá-las, influenciá-las ou nos adaptar a elas. Dentro deste contexto, a criatividade surge como uma competência essencial para agir diante das transformações que ocorrem diariamente", defende, ao acrescentar que a neurociência demonstra que o potencial criativo está associado a determinadas regiões do cérebro, de modo que algumas pessoas apresentam perfil mais criativo do que outras.

Vale ressalta que o cientista Roger Wolcott Sperry realizou pesquisas, na década de 60, sobre a separação e a identificação das funções cerebrais. Trabalhou, na oportunidade com pacientes epiléticos e com o objetivo de mitigar os efeitos dessa patologia, ele e sua equipe descobriram que o hemisfério esquerdo controla o lado direito do corpo, coordenando o raciocínio lógico, a linguagem e o tempo, ao passo que o hemisfério direito domina o lado esquerdo do corpo, sendo responsável pela emoção, a visão e a intuição. Essas descobertas renderam-lhe o Prêmio Nobel de Medicina em 1981.

Tom Coelho lembra que mais recentemente, em 1988, o norte-americano Ned Herrmann, em sua obra "The creative brain", cunhou o conceito da quadratividade cerebral. Segundo o pesquisador, as pessoas são influenciadas por diferentes preferências, conduzidas por áreas distintas do cérebro. Assim, uma pessoa com dominância do hemisfério esquerdo é mais analítica e controladora, ao passo que outra pessoa com domínio do hemisfério direito é mais criativa e emocional.

Criatividade supera automação e mecanicismo - Quem também está vigilante ao valor da criatividade para o ser humano é o consultor organizacional, Eduardo Carmello que ministrará uma palestra no Seminário RH.com.br "Criatividade - Desperte e Valorize seu Talento". De acordo com ele, a criatividade representa o passaporte para a inovação, para a construção de propostas de valor mais alinhadas com as necessidades e desejos dos clientes. "Como diz Alvin Toffler, é possível criar mais valor com uma ideia em dez segundos do que em dez mil horas numa linha de montagem", cita.
Carmello ressalta que a criatividade vai mais além e representa superar com sucesso um ciclo vicioso que existe nas organizações, imposta pela armadilha escassez de tempo versus grande volume de trabalho, que força os profissionais e empresas a tomarem decisões automatizadas e mecanicistas, muitas vezes superficiais e sem impacto positivo na melhoria de performance ou resultados de seus negócios.

"A criatividade gera novos formatos de pensamento e atuação, criando jovialidade e renovação da empresa.
Representa também a criação de novos conhecimentos nas organizações, que podem posteriormente ser disseminados e incorporados no dia a dia da mesma trazendo riqueza e vantagem competitiva. Além disso, aumenta o engajamento dos talentos, que possuem a possibilidade de construir novas ideias, aprender com e na diferença, melhorando seu posicionamento e sua empregabilidade", sintetiza.

Inclusive, ele enfatiza que a criatividade está presente em todo ser humano. Sua justificativa baseia-se porque potencialmente todas as pessoas são criativas, pois a inteligência do homem foi desenhada para isso. Por outro lado, se estimulada ou não no ambiente organizacional, por exemplo, a presença da criatividade nos profissionais dependerá do nível de fomento e liberdade para utilizar essa inteligência em design de soluções ou projetos de melhoria de performance dentro das organizações. Quanto mais a cultura organizacional estimula a criatividade, maior a chance dos talentos de conseguir utilizar a o potencial criativo para construir projetos inovadores.

Como estimular a criatividade? - Atualmente, as empresas possuem ao seu alcance recursos e ferramentas que despertam o potencial criativo dos seus colaboradores. Dentre esses, Ernesto Berg diz que existem vários instrumentos estimular a criatividade nas equipes como, por exemplo, o brainstorming, o brainwriting, a técnica Scamper e o quadro de ideias. A General Eletric, considerada a mais criativa empresa do século XX - e também uma das mais rentáveis, até hoje exige que todas as equipes sejam treinadas regularmente em técnicas de criatividade e inovação, pois reconhece que seu sucesso está fortemente fundamentado no constante lançamento de novos produtos e serviços que vão ao encontro dos clientes e do mercado.

Outro exemplo de ferramenta é destacado por Tom Coelho - a técnica do funil da inovação e convergência de ideias, conforme será demonstrado na sua palestra durante a realização do Seminário RH.com.br. "Muitas companhias promovem campanhas para estimular a criatividade, com bancos de ideias, caixas de sugestões e portais interativos, premiando os colaboradores que tiverem sugestões aproveitadas pela companhia. Particularmente, gosto muito do Cantinho da Criatividade, um espaço descontraído onde as pessoas podem interagir, relaxar, ler, jogar, sempre com o intuito de abrir a mente para novas idéias", defende.

Fechar os olhos para a criatividade - A organização que fecha os olhos para o estímulo à criatividade corre um grande risco. E isso se justifica porque se entrega à acomodação e à estagnação. Por conseguinte, isso representa ver seu produto ou serviço defasado e sua organização ser superada pela concorrência. "Numa única frase, acredito que o paradigma atual é de inovar ou morrer", avalia Tom Coelho.

Já para o consultor Eduardo Carmello, a companhia que dá as costas para a criatividade perde o potencial da receita. "Não há receita sem alinhamento das necessidades e dos desejos dos clientes. Não há alinhamento sem inovação. Não há inovação sem criatividade, no sentido de testar novos caminhos, rearranjar novas ideias, combinar novas tarefas", acredita.

Rumo à criatividade - Iniciar um processo organizacional não é uma tarefa fácil. E quando uma empresa deseja investir no potencial criativo dos colaboradores o caminho não é tão simples. Por esse motivo, Ernesto Berg afirma que a criatividade e, por conseqüência, a inovação não é um processo que se instala da noite para o dia em uma organização. Existem alguns parâmetros e paradigmas que necessitam ser quebrados para que a iniciativa seja sedimentada.

A máxima "acerte logo da primeira vez", é válida em ações de qualidade total e semelhantes, mas totalmente inadequada quando se trata de estabelecer novos padrões e modelos. Quando se cria e se buscam novos modelos erros acontecem automaticamente, pois fazem parte do processo. "As empresas que dão os primeiros passos para o estímulo da criatividade de seus profissionais devem adotar técnicas como o brainstorming. Devem estar abertas ao ciclo de tentativa e erro que naturalmente ocorrerá e, sobretudo, perseverar no processo de implantação, não se deixando desanimar nos primeiros tropeços.

Os resultados positivos certamente serão compensadores - como já vem sendo para as organizações que fazem uso desses processos -, em termos de produtividade, rentabilidade, motivação e satisfação dos colaboradores", resume.
Na visão do consultor Tom Coelho, para se investir na criatividade é preciso primeiramente remover as barreiras, derrube paredes reais ou imaginárias que impedem o fluxo livre da informação dentro da empresa. A hierarquia asfixia a criatividade. Segundo o consultor, é preciso criar uma cultura da inovação. "Seja sensível ao fato de que erro e acerto são faces de uma mesma moeda dentro do processo criativo. Estimule e permita a ousadia e o risco, sem culpas.

"Terceiro, combata os bloqueios mentais. A certeza de que há uma resposta certa, um padrão a ser seguido ou uma lógica por trás das operações, desmotiva e desestimula, fazendo as pessoas reproduzirem os mesmos comportamentos e ações e, evidentemente, chegando apenas aos mesmos lugares. A ordem deve ser criar o futuro e não aguardar passivamente por sua chegada", aconselha Coelho.

Eduardo Carmello deixa outro conselho para as empresas que pretendem abrir as portas para a criatividade e torná-la parceira constante dos colaboradores. O consultor aconselha que a organização crie um sistema de inovação - voltada às necessidades de melhoria dentro da empresa. "Comunique e sensibilize seus funcionários para a importância da criatividade no contexto de melhoria contínua ou na proposta de valor mais relevantes. Ofereça momentos de educação e instrumentalização como palestras e workshops e ferramentas de criatividade. Estimule a liderança a construir ambientes de apoio e espaços de conversação onde as equipes possam utilizar e melhorar suas habilidades criativas no sentido de construir novas formas de pensar e atuar, logicamente alinhada a melhoria de performance e resultados dentro da empresa", conclui.

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FERRAMENTA DO DIREITO

A Associação Brasileira de Jovens Advogados lançou uma ferramenta de jurisprudência unificada. Ela abarca o Superior Tribunal de Justiça e os Tribunais de Justiça Estaduais. O acesso é totalmente gratuito. Com uma única busca, é possível ter disponíveis decisões sobre determinado tema em diversos tribunais estaduais. Para ter acesso, basta acessar o site da associação.

Fonte: Consultor Jurídico

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AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: BENEFÍCIOS E APLICAÇÃO

A palavra "avaliação" pode não assustar quando quem a escuta assume a posição de avaliador. Mas quando a situação é outra e a pessoa passa a ser o avaliado, geralmente não é vista com muita simpatia. Afinal, o indivíduo sabe que a partir daquele momento seus pontos considerados "positivos" e "negativos" virão à tona. No ambiente corporativo, a avaliação de desempenho também preocupa os profissionais, pois entrarão em evidências suas competências, sejam técnicas ou comportamentais, que atendem às expectativas da empresa, bem como aquelas que precisam ser trabalhadas.

Se uma avaliação de desempenho pode gerar tanta tensão nos colaboradores, como e por que deve ser utilizada? Algumas organizações apostam que o ideal é contar com a presença de um profissional que seja imparcial ao processo como, por exemplo, um consultor interno que não tenha vínculo com o avaliado e o avaliador. Vale lembrar que, antes de adotar qualquer metodologia de avaliação, cada empresa deve considerar sua cultura, seus valores e sua missão. Abaixo, listo alguns comentários que considero importante e, a maioria é resultado de conversas que tive e entrevistas que realizei com profissionais de Recursos Humanos e gestores. São apenas 15 observações que merecem sua atenção.

1 - Quando a organização resolve adotar a avaliação de desempenho, o processo deve ser apresentado aos funcionários de forma objetiva. Isso requer o planejamento de ações que deve ser realizado pela área de RH em parceria com a Comunicação Interna da empresa. Isso desmistificará o processo e as pessoas entenderão que a avaliação não é um "bicho de sete cabeças".

2 - No processo de divulgação de implantação, deve-se enfatizar que a avaliação de desempenho não é um processo punitivo. Mas sim, um canal de informações valiosas para a melhoria da performance de cada um.

3 - É importante deixar claro para os colaboradores, que através da avaliação de desempenho os profissionais aumentam as chances de ascensão na carreira e de empregabilidade no mercado.

4 - Um fato relevante: deve-se informar que os resultados da avaliação não serão engavetados e esquecidos. Isso mostrará a todos a seriedade do processo para a vida da empresa.

5 - A avaliação de desempenho exige a participação efetiva das lideranças. Dessa maneira, os gestores devem ser preparados para compreenderem a importância deles para o êxito do processo. Um treinamento específico para os líderes é uma ótima alternativa, para que todos assimilem os objetivos que a empresa deseja alcançar com a iniciativa.

6 - Uma vez capacitados, os líderes serão agentes multiplicadores do processo e cabe a eles também o papel de tirar possíveis dúvidas dos colaboradores.

7 - Quando o processo for iniciado, o feedback deve ser considerado uma prioridade no contexto. Através dele, o funcionário saberá o que a empresa espera dele, seus pontos fortes e aqueles que precisam ser melhorados, a fim de que o avaliado atenda às expectativas da organização.

8 - Após conversar com o funcionário, identificados os pontos fracos que precisam ser trabalhados, o gestor deve traçar com o profissional um Plano de Desenvolvimento Pessoal que deve, inclusive, incluir metas e datas a serem cumpridas.

9 - O processo de avaliação de desempenho precisa ser acompanhado e por essa razão, é aconselhável que após um curto período da primeira conversa, o líder agende uma nova conversa com o avaliado. Assim, a liderança saberá como está o desenvolvimento das novas competências do colaborador e se outra estratégia precisa ser adotada, para que ao final do processo não existam "surpresas" desagradáveis.

10 - Outro detalhe importante que não pode ser esquecido, é que através da avaliação de desempenho, a empresa identifica competências dos colaboradores podem estar adormecidas e passarem despercebidas aos gestores. Isso impede que profissionais sejam transferidos para outros setores ou exerçam novas funções que certamente permitiriam uma contribuição mais efetiva ao negócio.

11 - Quando compiladas as informações obtidas através da avaliação de desempenho podem ser utilizadas, para que a empresa adote ações/programas que estimulem o desenvolvimento dos profissionais.

12 - A avaliação de desempenho permite ainda que a empresa ajuste rumos, priorize ações, acompanhe os resultados e o desenvolvimento de cada colaborador.

13 - Muitas organizações retêm os talentos, após a realização da avaliação de desempenho. Isso ocorre porque a empresa identifica os fatores que desmotivam os profissionais e conseguem neutralizá-los. Vale lembrar que os resultados da avaliação podem ainda servir de base para programas de incentivos como Programas de Participação nos Lucros e Resultados.

14 - Através da avaliação de desempenho é estimulada a interação entre gestores e liderados, pois sempre estarão participando de reuniões - fundamentais ao sucesso do processo.

15 - Avaliar os funcionários é um dos caminhos para quebrar paradigmas, uma vez que os profissionais são estimulados a saírem da chamada "zona de conforto". Esse é o momento em que o colaborador é convidado a desenvolver novas competências e entender que as mudanças são necessárias ao meio corporativo.

Fonte: Rh.com.br

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STF LANÇA SERVIÇO QUE PERMITE CONSULTA POR CELULAR

O Supremo Tribunal Federal criou mais um canal para manter todos atualizados de suas novidades. Depois da transmissão das sessões plenárias, dos canais oficiais do YouTube e do Twitter, a Corte tem agora STF Mobile.

Trata-se de um novo serviço online de comunicação que deve ser acessado pelo telefone celular. Estarão disponíveis os três serviços mais buscados na página do STF: a consulta processual, a consulta à jurisprudência e as notícias. Para acessar, basta um telefone celular com dispositivo de acesso internet – também conhecido como smartphone.

A escolha do conteúdo foi feita por um levantamento dos serviços mais acessados na página da Corte. “O STF Mobile é uma adaptação do site do Supremo para acesso pelo celular. Como não poderíamos oferecer todos os serviços, selecionamos os de maior procura", explicou o secretário de Tecnologia da Informação do Supremo, Lúcio Melre.

Para acessar o STF Mobile, basta que o usuário que tenha celular com acesso à internet digite

http://m.stf.jus.br. Com informações da Assessoria de Imprensa do Supremo Tribunal Federal.

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CARREIRA DE ADVOGADO

Advogados preferem investir em conhecimento jurídico do que desenvolver habilidades gerenciais e comportamentais

O que o trouxe até aqui não o levará adiante.” Essa frase em inglês dá nome a um livro do coach americano Marshall Goldsmith (What Got You Here Won’t Get You There, publicado em 2007 nos Estados Unidos e sem previsão de lançamento no Brasil) e é o melhor conselho de carreira que um advogado pode receber neste momento. Uma série de pesquisas feitas pelo GVLaw, departamento de pós-graduação da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, revela que os profissionais do Direito se comportam de maneira contraditória quando pensam sobre a carreira. Como ocorre em outras áreas, também na advocacia as competências comportamentais e qualidades gerenciais se tornaram imprescindíveis para ascender na carreira. Os advogados sabem disso mas, segundo o GVLaw, na hora de investir na formação, 80% deles acabam optando por uma especialização em conhecimento jurídico.

No entanto, quando se pede para que advogados apontem quais são as competências mais importantes de um profissional top — diretor jurídico, sócio de escritório ou advogado sênior —, os itens que mais aparecem são liderança, capacidade de negociação, networking e conhecimento de clientes e do mercado. “É um paradoxo”, diz Leandro Silveira Pereira, diretor-executivo do GVLaw. “O advogado sabe que é importante ter essas competências, mas não acha importante desenvolvê-las.” Segundo Leandro, parte desse comportamento de avestruz, em que os profissionais do Direito mergulham de cabeça no universo jurídico e fecham os olhos para as questões relativas à gestão, é preconceito. Por causa de um estereótipo glamourizado da profissão, bons advogados acham pouco nobre tratar de questões como gestão de equipes, captação de clientes ou marketing.

Segundo o GVLaw, 80% dos advogados optam por adquirir conhecimento jurídico quando escolhem um curso de especialização ou pós-graduação
O resultado dessa distorção é o prejuízo para o crescimento do profissional tanto para quem trabalha em escritório de advocacia como em departamento jurídico de empresas. A solução seria adotar uma visão mais próxima da realidade, admitindo que o profissional de Direito tem atribuições parecidas às de administradores de empresas, publicitários ou médicos. “O advogado gestor tem grandes vantagens competitivas em relação aos demais e consegue administrar sua carreira em direção ao sucesso”, diz Pedro Freitas, do escritório Veirano Advogados em São Paulo, que já foi diretor jurídico de empresas como Vale, Odebrecht e Brasil Telecom.

GESTÃO MODERNA

O advogado Carlos Fernando Siqueira Castro, de 33 anos, sócio-diretor do Siqueira Castro, um dos maiores escritórios do Brasil, presente em 17 capitais, percebeu a importância dos aspectos gerenciais e comportamentais para a profissão durante um estágio que fez num escritório americano enquanto cursava mestrado na University of Chicago Law School. De volta ao Brasil, ajudou a reestruturar o escritório da família, mudando o departamento financeiro, criando áreas novas, como marketing e comunicação, ainda raridades entre as bancas. Também incrementou a política de carreira do escritório. Hoje, cada departamento do Siqueira Castro tem seus gerentes (nem todos formados em Direito, ressalta-se). Todos têm seu desempenho avaliado anualmente e existem regras para treinamento que contemplam, inclusive, cursos no exterior.

“Os clientes não querem um advogado técnico, mas um parceiro que os ajude a pensar juridicamente e, no caso das empresas, a maximizar oportunidades de negócios”, diz Carlos, que entende que a baixa disposição dos colegas de profissão em adotar uma visão mais moderna está prestes a mudar. Segundo ele, nos últimos anos o mercado de trabalho cresceu e os profissionais não precisaram se preocupar com a captação de clientes nem com a eficiência dos escritórios. “Mas, daqui para a frente, a sobrevivência vai passar pela diferenciação da concorrência”, diz Carlos. Mesmo para advogados que fazem carreira dentro dos departamentos jurídicos de empresas, que estão submetidos às mesmas regras corporativas das outras áreas, ainda há necessidade de uma mudança de visão. “Os advogados, de modo geral, ainda não estão acostumados a trabalhar com indicadores de desempenho, e as empresas querem profissionais dinâmicos, que apresentem soluções no ritmo dos negócios, que muitas vezes não é o ritmo da análise jurídica”, afirma Fabio Salomon, headhunter-chefe da divisão jurídica da Michael Page, empresa de recrutamento de São Paulo.

Entre as competências que as empresas pedem de seus especialistas em Direito estão adaptabilidade, habilidade de negociação e mediação de confitos e capacidade de se relacionar com clientes, parceiros e fornecedores. “Quem entende do ambiente em que o negócio está inserido, o perfil de seus clientes e sabe alguma coisa de finanças tem mais chance de crescer”, diz Fabio, que considera possível um diretor jurídico se tornar presidente da organização. Essa realidade tem feito com que as empresas direcionem a formação de seus departamentos jurídicos para a contratação de profissionais mais flexíveis. Eles precisam entender de leis e contratos, sim, mas também devem desenvolver talentos e saber se relacionar com os outros setores da empresa.

Segundo a consultoria Hay Group, o salário médio do diretor jurídico aumentou 113% nos últimos anos, mais que o do diretor de marketing (88%) ou do diretor financeiro (85%)

SEM BARREIRAS

Para o advogado Roberto Paes, de 36 anos, que já trabalhou em escritório e hoje é diretor jurídico para a América Latina da divisão de aviação da General Electric, a maior dificuldade foi entender as demandas de gestores de outras áreas. Para isso, Roberto fez uma pós-graduação em administração. “Foi fundamental me inteirar de finanças, contabilidade e recursos humanos”, diz. “Como poderia dar um bom parecer trabalhista se eu não tinha nenhuma prática de RH? Carimbar um papel qualquer um pode fazer.” Segundo Roberto, o departamento jurídico precisa romper o estigma de ser a área que coloca barreiras para o negócio.

“Até um tempo atrás, alguns setores de determinadas empresas deixavam de envolver o jurídico, pois sabiam que sua mediação faria o negócio empacar”, diz. A saída é adotar uma atitude colaborativa. “Não posso responder ‘vou fazer um parecer e daqui 30 dias eu entrego’”, diz Khalil Kaddissi, de 33 anos, diretor jurídico do grupo Totvs. Por fim, uma boa notícia: a carreira de advogado dentro de empresas vive uma fase de alta. Na última década, os salários do departamento jurídico aumentaram acima da média de mercado. Levantamento feito pela consultoria Hay Group aponta que na última década a média salarial dos diretores jurídicos aumentou 113% — acima da valorização de áreas como recursos humanos (92%), marketing (88%) e finanças (85%) —, pulando de 15 000 reais para cerca de 30 000 reais. Sinal de que o mercado valoriza quem é competente.

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OAB DEBATE PROPAGANDA DE ADVOGADOS NA MÍDIA

Um debate que divide opiniões no meio jurídico será pauta de uma reunião extraordinária na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RS). Os 55 conselheiros discutirão hoje, na sede da entidade, a aplicação de penas contra abusos na propaganda de advogados e escritórios em rádio e TV.

A sessão foi convocada pelo presidente da OAB, Claudio Lamachia. O propósito do encontro, conforme Lamachia, é tornar mais efetivas as decisões e coibir com mais rigor abusos na propaganda de advogados nos meios de comunicação. Proibir a divulgação dos escritórios em rádio e TV, segundo o presidente, não está em questão – embora o Código de Ética da OAB proíba a divulgação de serviços advocatícios em ambos os meios.

– A Ordem não proíbe de forma irrestrita a propaganda. De forma nenhuma. O que há são critérios de lei. O que está acontecendo hoje é que advogados vêm descumprindo os ditames do Código de Ética. Queremos é coibir o excesso – afirma.

Lamachia avalia que a OAB, por ter como bandeiras a defesa da ética e o combate à corrupção, precisa observar as normas com mais atenção:

– Hoje temos advogados suspensos fazendo propaganda e dando entrevistas. Não posso admitir isso. Não vamos admitir advogados que venham a público e ofereçam descontos de 96% em débitos tributários. Isso a gente sabe que é um absurdo.

O enfoque da OAB gaúcha, contudo, semeia discórdia na categoria. O advogado Jamil Abdo atua em um escritório com oito filiais e participa de 40 entidades internacionais do meio jurídico. Ele defende a revisão do Código de Ética, principalmente com a derrubada das proibições à propaganda.

– A sessão desta sexta-feira é nula de pleno direito porque o tribunal de ética está em recesso. Só não está em recesso para eles criarem coisas contra a gente – reclama.

Para o doutor em Direito e professor de Teoria Geral do Direito Ricardo Giuliani, propaganda não combina com advocacia.

– Sou contra a propaganda. Cada caso é um caso e a vida das pessoas não é como sabonete. Propaganda gera massificação e, mesmo não querendo, uma expectativa é criada na população. A vida não pode ser vivida como um contencioso – afirma.

Na OAB nacional, o debate sobre a derrubada das limitações à propaganda no rádio e TV não deve prosperar. Pelo menos, é essa a expectativa do presidente, Cezar Britto.

– Essa questão não tem relação com a expressão da liberdade. Ela é aplicada exatamente para evitar a transformação da advocacia em uma atividade comercial. Advocacia exerce função social que não se confunde com atividade mercantil, daí a proibição. É uma visão consagrada na advocacia brasileira – afirma.

Como contratar um advogado com segurança:

- Conhecer bem o profissional. O ideal, segundo a OAB, é buscar um nome a partir de indicação de pessoas de confiança.
- Obter o máximo de informações sobre o profissional.
- Verificar a situação do advogado escolhido junto à OAB, para saber se ele está regularizado na profissão.
- A situação do advogado pode ser obtida por meio do site da OAB (www.oabrs.org.br).
RICARDO GIULIANI
Advogado e professor
‘‘Cada caso é um caso e a vida das pessoas não é como sabonete. Propaganda gera massificação e, mesmo não querendo, uma expectativa é criada.
JAMIL ABDO
Advogado

‘‘Como vou chegar em uma pessoa de menos condições e dizer para ela que tem direito a alguma coisa se não for pelo rádio e pela TV, que são os veículos de alcance?
Fonte: Fonte: OAB-RS

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